sicnot

Perfil

Mundo

Encontro histórico entre o Papa e o líder da igreja ortodoxa russa em Cuba

O Vaticano anunciou hoje um encontro histórico entre o chefe da Igreja Católica e o patriarca ortodoxo russo a 12 de fevereiro em Cuba. É o primeiro encontro dos dois principais líderes dos cristão do Oriente e do Ocidente, separados desde o cisma de 1054.

Patriarca de Moscovo e de toda a Rússia numa cerimónia com a presença do primeiro-ministro Medvedev.

Patriarca de Moscovo e de toda a Rússia numa cerimónia com a presença do primeiro-ministro Medvedev.

© RIA Novosti / Reuters

"A Santa Sé e o Patriarcado de Moscovo têm a alegria de anunciar que, pela graça de Deus, Sua Santidade o Papa Francisco e Sua Santidade o Patriarca Kirill de Moscovo e de toda a Rússia vão encontrar-se a 12 de fevereiro próximo", anuncia um comunicado conjunto.

O Papa Francisco e o patriarca russo Kirill vão encontrar-se no aeroporto de Havana, numa escala que Francisco fará a caminho do México - onde a Igreja Católica conta com 1,2 mil milhões de fiéis - e da viagem de Kirril pela América latina, que conta com 130 milhões de católicos ortodoxos.

O tema central do encontro será a perseguição dos cristãos pelo mundo, numa altura em no Médio Oriente, no norte e no centro de África há várias regiões onde fundamentalistas islâmicos estão a atacar populações cristãs.

  • Fogo em Setúbal dominado
    2:31

    País

    O incêndio que deflagrou na terça-feira em Setúbal está dominado. As chamas chegaram a ameaçar as casas, o que obrigou à retirada de cerca de 500 pessoas das habitações, como medida de precaução. Também o Hotel do Sado teve de ser evacuado.

  • "Lancei um tema que os portugueses há muito queriam discutir"
    11:26
  • Danos Colaterais 
    18:55
    Reportagem Especial

    Reportagem Especial

    Jornal da Noite

    Nos últimos oito anos a banca perdeu 12 mil profissionais. A dimensão de despedimentos no setor é a segunda maior da economia portuguesa, só ultrapassada pela construção civil. A etapa mais complexa da história começou em 2008, com a nacionalização do BPN. Desde então, as saídas têm sido a regra. A reportagem especial desta terça-feira, "Danos Colaterais", dá voz aos despedidos da banca.