sicnot

Perfil

Mundo

Japão lança satélite para estudar buracos negros

A agência de exploração espacial japonesa (JAXA) anunciou hoje ter lançado com êxito um satélite de observação espacial para estudar buracos negros.

O satélite foi transportado pelo foguetão japonês 'H-ITA', lançado a partir do centro espacial de Tanegashima, no sul do país.

O satélite foi transportado pelo foguetão japonês 'H-ITA', lançado a partir do centro espacial de Tanegashima, no sul do país.

© KYODO Kyodo / Reuters

O satélite ASTRO-H, desenvolvido conjuntamente pela JAXA, pela agência espacial norte-americana (NASA) e outros grupos, vai ficar em órbita a cerca de 580 quilómetros de altitude para observar os raios-X emitidos principalmente por buracos negros e grupos de galáxias.

O satélite foi transportado pelo foguetão japonês 'H-ITA', lançado a partir do centro espacial de Tanegashima, no sul do país.

De acordo com a JAXA, o 'ASTRO-H' poderá contribuir com elementos de resposta inéditos para questões universais como: Quais são as leis da física em condições extremas? O que aconteceu no momento da criação do universo? Como se formaram as galáxias e como evoluíram? Como se desenvolvem os buracos negros e qual a sua influência em redor?

Com 14 metros de comprimento, nove de largura e 2,7 toneladas de peso, o 'ASTRO-H' transporta 200 espelhos de concentração de raios-X para aparelhos de última geração.

Os buracos negros nunca foram observados diretamente, mas o anúncio no início do mês da deteção, pela primeira vez, de ondas gravitacionais constitui mais uma prova da existência de buracos negros.

Os físicos concluíram que as ondas gravitacionais detetadas foram produzidas durante a fração final de um segundo da fusão de dois buracos negros num de maiores dimensões. Essa colisão de dois buracos negros tinha sido prevista, mas nunca observada.

O foguetão japonês, cujo lançamento esteva inicialmente previsto para sexta-feira passada, mas foi adiado devido ao mau tempo, descolou às 17:45 (08:45 em Lisboa).

Lusa

  • Marcelo lembra como foi tratada a tragédia durante a ditadura
    2:25

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Marcelo Rebelo de Sousa não quis comentar diretamente a polémica em torno da lista das vítimas mortais de Pedrógão Grande, mas recorreu às cheias de 1967 para lembrar como as tragédias eram tratadas no tempo da ditadura. O Presidente da República defendeu que não é possível esconder a dimensão de uma tragédia num regime democrático. Há 50 anos, Marcelo Rebelo de Sousa acompanhou de perto a forma como o regime tentou esconder a verdadeira dimensão do incidente.

  • Ministra admite falhas no SIRESP no presente e no passado
    2:35

    País

    A ministra da Administração Interna admitiu, esta quinta-feira, que o SIRESP falha no presente tal como já falhou no passado, quando a tutela pertencia ao Governo PSD. Os sociais-democratas quiserem ouvir Constança Urbano de Sousa na comissão parlamentar mas desta vez a ministra defendeu-se com um ataque. 

  • À descoberta de Dago, o destroço mais visitado em mergulho de profundidade
    13:51
  • Uma viagem aérea pela aldeia histórica de Monsanto
    0:50
  • "Comecei por ajudar uma família que me pediu um plástico para se proteger"
    4:51
  • Quase três mil toneladas de plástico ameçam tartarugas no Mediterrâneo
    2:35

    Mundo

    O Mar Mediterrâneo está sob a ameaça de se tornar uma lixeira com três mil toneladas de plástico a flutuarem entre a Europa e África. Há milhões de turistas a nadarem nestas águas e há espécies marinhas que já estão em perigo. No Chipre, os cientistas estão a tentar proteger tartarugas, cuja alimentação já é quase totalmente de plástico.

  • Deputado da Malásia diz que negar sexo ao marido é uma forma de abuso

    Mundo

    Um deputado malaio tem sido alvo de algumas críticas na internet, depois de ter dito que negar sexo a maridos é uma forma de abuso psicológico e emocional por parte das mulheres. As declarações de Che Mohamad Zulkifly Jusoh foram feitas durante um debate sobre as alterações às leis de violência doméstica, na quarta-feira.

    SIC