sicnot

Perfil

Mundo

Obama promete ir a Cuba falar de direitos humanos

O Presidente dos EUA anunciou hoje que irá a Cuba com a mulher a 21 e 22 de março. Barack Obama informou que irá encontrar-se com elementos da sociedade civil e abordar com as autoridades cubanas a questão dos direitos humanos. A última vez que um Presidente dos EUA esteve em solo cubano foi em 1928, era Presidente Calvin Coolidge.

© Mike Blake / Reuters

"Tivémos sempre as nossas diferenças com o Governo cubano e falarei delas abertamente. A América defenderá sempre os direitos do homem pelo mundo", garantiu Obama numa publicação no Twitter, acrescentando que a visita servirá para avançar com o estreitamento das relações entre os dois antigos países inimigos.

Nesta visita de dois dias, o Presidente dos EUA vai encontrar-se com o seu homólogo Raúl Castro, " elementos da sociedade civil, empresários e cubanos de diferentes setores", revela a Casa Branca.

"Há 14 meses anunciei o início da normalização das nossas relações com Cuba e já fizemos progressos significativos", congratulou-se Obama.

Após este anúncio, em dezembro de 2014, os dois países restabeleceram as relações diplomáticas em julho de 2015. O secretário de Estado John Kerry foi a Havana em agosto para a reabertura da embaixada norte-americana.

Obama seguirá depois para a Argentina, a 23 e 24 de março, onde se encontrará com o novo Presidente Mauricio Macri.

  • Benefícios fiscais trouxeram a Portugal 10 mil estrangeiros em 2015

    Economia

    Os benefícios fiscais em Portugal atraíram mais de 10 mil estrangeiros no ano passado. A maioria vem com o estatuto de residente não habitual, que dá isenção total de IRS aos reformados por dez anos e 20% de isenção no imposto para profissionais que estiverem ligados a atividades de valor acrescentado como Psicologia, Investigação ou Medicina.

  • Trump e os jornalistas: uma relação (su)rreal
    2:08
  • Novo campo de refugiados construído em Mossul

    Mundo

    Um novo campo de refugiados foi construído em Mossul, no Iraque. Com cerca de 4 mil tendas, foi construído durante 45 dias para albergar os deslocados que se prevê que aumentem com a atual ofensiva militar na zona ocidental da cidade.