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Sobe para 32 total de vítimas das enxurradas na cidade angolana do Lubango

Os bombeiros recuperaram nos últimos dias mais sete corpos de vítimas das chuvas da segunda-feira passada no Lubango, sul de Angola, elevando a 32 o total de óbitos confirmados, informou hoje à Lusa o porta-voz da Proteção Civil.

De acordo com Faustino Sebastião, há registo de um idoso, de 77 anos, que morreu ao ser arrastado, no bairro do Tchioko, pelas águas do Rio Capitão, naquela cidade, que transbordou devido às fortes chuvas do dia 29 de fevereiro.

As operações de busca no terreno, num percurso de 15 quilómetros ao longo do Rio Capitão, no Lubango, província da Huíla, continuam e envolvem ainda brigadas caninas e meios aéreos.

De acordo com o porta-voz do Serviço Nacional de Proteção Civil e Bombeiros de Angola, a "maioria das vítimas" são crianças e adolescentes, com idades entre os oito e 17 anos.

As enxurradas ocorreram entre as 11:00 e 20:00 (menos uma hora em Lisboa) de segunda-feira, provocando o aumento do caudal do Rio Capitão, no bairro do Tchioko, arredores da cidade do Lubango.

No local funcionava um mercado paralelo, muito frequentado por jovens e crianças que se dedicam à lavagem de viaturas e que foram arrastados pela enxurrada.

O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, manifestou quarta-feira profunda consternação pelas mortes provocadas por esta enxurrada.

O chefe de Estado angolano exprimiu, numa nota de condolências, a sua solidariedade para com as famílias enlutadas e vítimas desta calamidade natural.

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