sicnot

Perfil

Mundo

EUA e Coreia do Sul concluem maior exercício militar de sempre

A Coreia do Sul e os Estados Unidos concluíram hoje o exercício Key Resolve, uma das manobras militares conjuntas iniciadas este mês em território sul-coreano e que contribuíram para elevar a tensão com a vizinha Coreia do Norte.

O exercício, que desde o passado dia 07 de março mobilizou cerca de 7.000 efetivos do Exército dos Estados Unidos e cerca de 10 mil soldados da Coreia do Sul, terminou oficialmente hoje, confirmou à Efe um representante da Defesa de Seul.

O Key Resolve deste ano testou estratégias de combate conjuntas nunca antes ensaiadas e realizou o exercício OPLAN 5015, que simula a inutilização de armas de destruição massiva e a preparação das tropas para um ataque preventivo.

Além disso, contou com mais soldados e equipamentos em comparação com os anos anteriores, numa demonstração militar dos dois aliados em resposta ao ensaio nuclear de janeiro e lançamento de um foguete espacial em fevereiro efetuados pela Coreia do Norte.

Em resposta a estas manobras, o regime norte-coreano de Kim Jong-un ameaçou com ataques preventivos com armas nucleares e realizou testes de mísseis de diversos tipos, o último dos quais hoje, com projéteis Rodong de médio alcance.

Além do Key Resolve, no passado dia 07 foi iniciado o exercício militar Foal Eagle, que se estende até ao final de abril.

Ambos são as maiores manobras executadas até ao momento na península coreana e no total envolvem mais de 300 mil militares sul-coreanos e 17 mil norte-americanos.

Os Estados Unidos mantêm 28.500 militares na Coreia do Sul de forma permanente e comprometem-se a defender o seu aliado em caso de conflito com a Coreia do Norte, como um legado da Guerra da Coreia (1950-53).

Lusa

  • Captura ilegal de cavalos-marinhos na Ria Formosa
    3:02

    País

    Há cada vez menos cavalos marinhos na Ria Formosa. Cientistas da Universidade do Algarve dizem que a maior população desta espécie no mundo, que é a que existe na Ria Formosa, está ameaçada devido à captura ilegal para o mercado asiático. Dizem que, se nada for feito para travar este fenómeno, esta espécie protegida pode desaparecer em poucos anos.