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Decidido amanhã processo dos filhos de Savimbi contra Call of Duty

A justiça francesa toma amanhã uma decisão sobre o processo interposto pelos filhos de Jonas Savimbi ao editor do jogo Call of Duty.

1992 - Jonas Savimbi, dirigente da UNITA, aceita, em carta enviada ao secretário-geral da ONU, os resultados das eleições angolanas favoráveis ao MPLA.

1992 - Jonas Savimbi, dirigente da UNITA, aceita, em carta enviada ao secretário-geral da ONU, os resultados das eleições angolanas favoráveis ao MPLA.

AP Iamges

O falecido líder na UNITA surge como uma das personagens da edição de 2012 do jogo Call of Duty Black Ops 2. É um dos aliados dos heróis da história numa missão durante a guerra civil angolana em 1986, em que o ajuda a resgatar um agente da CIA que é feito prisioneiro na selva.

Os três filhos de Jonas Savimbi consideram que o pai é apresentado como um bárbaro. Por esta razão avançaram com um processo judicial por difamação em França contra a empresa norte-americana Activision Blizzard, responsável pela edição do jogo.

Os filhos exigem uma indemnização de um milhão de euros.

A empresa recusou as acusações, afirmando que o jogo representa Savimbi como um homem bom e como aquilo que ele era, uma figura histórica angolana: um chefe de guerrilha que combateu contra o MPLA.

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