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Tribunal de Seul rejeita processo movido por tia de Kim Jong-un

Um tribunal de Seul disse, na quinta-feira, que tinha rejeitado um processo por difamação movido pela tia do líder norte-coreano Kim Jong-un contra três desertores que agora vivem na Coreia do Sul.

Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte

Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte

© KCNA KCNA / Reuters

Ko Yong-Suk, que cuidou de Kim durante vários anos quando o sobrinho frequentava a escola na Suíça, apresentou o processo no ano passado, acusando os três desertores de "espalharem informações falsas" sobre si e a sua família na televisão e em 'talk shows'.

Os desertores escaparam da Coreia do Norte estabeleceram-se na Coreia do Sul nos anos 1990.

Irmã mais nova da mãe de Kim, que morreu em França em 2004, Ko pediu uma compensação total de 60 milhões de won (cerca de 46.500 euros) pelos comentários feitos pelos desertores na televisão coreana entre 2013 e 2014.

O processo citava acusações de que Ko tinha desviado dinheiro, obtido através de jogo, de um fundo secreto do pai de Kim, o já falecido Kim Jong-Il, de que o pai dela tinha colaborado durante a presença colonial japonesa entre 1910-45 na península coreana, e de que ela se tinha submetido a uma operação plástica após fugir para os Estados Unidos.

O tribunal central de Seul disse que arquivou o caso porque a equipa legal de Ko não cumpriu uma ordem anterior para fornecer uma morada correta dos três acusados, para que pudessem ser notificados.

A equipa legal também não recorreu ao sistema de notificação pública, em que os nomes dos acusados difíceis de encontrar são afixados num cartaz durante um certo período de tempo.

Ko pediu asilo aos Estados Unidos em 1998, juntamente com o marido, tendo o processo sido apresentado em seu nome por um advogado de Seul.

Lusa

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