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Grécia teme violência de refugiados quando começarem deportações

O Governo grego está a preparar-se para enfrentar possíveis atos de violência por parte dos refugiados quando começarem as deportações, previstas pelo acordo entre a União Europeia e a Turquia, anunciou hoje o Centro de Gestão dos Refugiados.

Alguns refugiados ficam a dormir no Aeroporto Internacional de Atenas, na Grécia.

Alguns refugiados ficam a dormir no Aeroporto Internacional de Atenas, na Grécia.

© Michalis Karagiannis / Reuter

"Não descartamos atos de violência. As pessoas desesperadas tendem a ser violentas", admitiu Yorgos Kyritsis, porta-voz daquele organismo grego, lembrando, no entanto, que não podem ser tratados como "criminosos".

As primeiras deportações, desde que começou a aplicação do acordo entre a União Europeia e a Turquia, de 750 migrantes, decorrerão entre segunda e quarta-feira, desde a ilha de Lesbos até à cidade costeira turca de Dikii, em dois barcos que realizarão diversos trajetos entre Mitilene e a localidade turca.

Nos últimos dias têm-se multiplicado os incidentes em vários incidentes campos de refugiados na Grécia.

Na sexta-feira, registaram-se confrontos no centro de detenção da ilha de Quios, que fizeram três feridos, e na quarta-feira os confrontos no porto de Pireu terminaram com oito feridos.

Depois da violência no centro de Quios centenas de refugiados sírios deitaram abaixo o muro, sem que a polícia os tenha impedido e dirigiram-se para as saídas da cidade com o propósito de, segundo eles, não terem de conviver com os afegãos.

Até agora, a tensão que se registou envolveu grupos de refugiados sírios e afegãos, tendo a maioria dos confrontos ocorrido durante a distribuição de alimentos.

Nas últimas 24 horas chegaram às ilhas gregas meio milhar de migrantes, dos quais 364 a Lesbos, pelo que o número de refugiados nos centros de detenção já perfaz as 6.156 pessoas.

Lusa

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