sicnot

Perfil

Mundo

Pelo menos 29 mortos após sismos no Japão

galeria de fotos

Pelo menos 29 pessoas morreram e 1 500 estão feridas após os fortes terramotos nos últimos dias no sudoeste do Japão. O país sofreu o primeiro sismo na passada quinta-feira de magnitude 6,5 da escala de Richter e que resultou em 10 mortos. Ontem, um novo sismo de 7,3 fez pelo menos 19 mortos e disparou o número de feridos para os 1.500.

© KYODO Kyodo / Reuters

© KYODO Kyodo / Reuters

© KYODO Kyodo / Reuters

© KYODO Kyodo / Reuters

© KYODO Kyodo / Reuters

O tremor de terra, ocorrido às 1:25 de sábado (16:25 de sexta-feira em Lisboa), o mais forte de uma série de mais de 100 que atingiram a ilha de Kyushu, particularmente a cidade de Kumamoto, desde a noite de quinta-feira, provocou mais de 1.500 feridos, segundo o mais recente balanço divulgado pela NHK.

O número de vítimas mortais na sequência dos sismos registados desde quinta-feira subiu para um total de 29.

Segundo as autoridades japonesas, citadas pela televisão pública, aproximadamente 69 mil pessoas de Kumamoto deixaram as suas casas.

Inúmeros serviços foram afetados, havendo milhares de habitações sem eletricidade, gás ou água.

De acordo com a televisão pública, o sismo, que continua a ter réplicas, também afetou os transportes. Os voos previstos para hoje com partida ou chegada do aeroporto de Kumamoto foram todos cancelados e o serviço de comboios de alta velocidade ('Shinkansen') em Kyushu suspenso, havendo estradas danificadas em muitas zonas.

Um sismo de magnitude 6,5 foi registado na noite de quinta-feira, na mesma zona, seguido de um outro de 6,4. Os dois abalos provocaram nove mortos e cerca de 900 feridos, 50 com gravidade.

Localizado na junção de quatro placas tectónicas, o Japão sofre anualmente cerca de 20% dos terramotos mais fortes registados no mundo.

Com Lusa

  • Relatório pedido pelo Governo PSD-CDS já apontava falhas no SIRESP
    2:26
  • Santana Lopes rejeita responsabilidades nas falhas do SIRESP
    1:21

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Sobre o relatório do SIRESP, António Vitorino diz que há neste momento um passa culpas entre entidades que só vai contribuir para aumentar o receio das populações perante os incêndios. Pedro Santana Lopes, que era primeiro-ministro quando foi assinado o contrato da rede de comunicações, diz que não sente responsabilidades e defende que o importante é perceber o que há de errado com o SIRESP.

  • Chef russo aconselha bife tártaro aos jogadores portugueses
    1:29