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Número de combatentes a entrarem no Iraque e na Síria desceu no último ano

O número de combatentes estrangeiros que entram no Iraque e na Síria desceu muito ao longo do último ano, disse hoje o general norte-americano Peter Gersten.

© Ammar Abdullah / Reuters

Falando a jornalistas no Pentágono, Gersten disse que quando chegou a Bagdad há cerca de um ano entre 1.500 e 2.000 combatentes estrangeiros juntavam-se mensalmente às fileiras do grupo extremista Estado Islâmico.

"Agora, após um ano a lutar contra este inimigo, as nossas estimativas diminuíram para 200 (por mês) e vemos atualmente um aumento na taxa de deserção destes combatentes", disse o general.

Cerca de 4.200 membros do Estado Islâmico foram mortos na Síria devido aos bombardeamentos da coligação internacional dirigida pelos Estados Unidos, que começaram há 19 meses, segundo dados divulgados no sábado pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

O OSDH indicou que a maioria dos 4.195 combatentes mortos era de nacionalidade estrangeira.

O Observatório crê que o número de mortos nas fileiras dos grupos extremistas é superior à anunciada, devido ao apagão informativo imposto pelos "jihadistas" sobre as baixas nas suas formações.

Lusa

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