sicnot

Perfil

Mundo

Indonésia, Malásia e Filipinas reúnem-se para acordar plano contra Abu Sayyaf

Os ministros dos Negócios Estrangeiros e chefes do exército da Indonésia, Malásia e Filipinas reuniram-se hoje para acordar ações contra o grupo extremista Abu Sayyaf, responsável por vários sequestros na zona marítima partilhada pelos três países.

O Presidente indonésio, Joko Widodo (ao centro) presidiu ao encontro que juntou responsáveis da Indonésia, Malásia e Filipinas.

O Presidente indonésio, Joko Widodo (ao centro) presidiu ao encontro que juntou responsáveis da Indonésia, Malásia e Filipinas.

O encontro, que decorreu em Jacarta, na Indonésia, foi convocado pelas autoridades deste país depois do sequestro de 14 pescadores em dois incidentes em águas internacionais no mar de Jolo, onde o Abu Sayyaf estabeleceu bases em várias ilhas filipinas.

O Presidente indonésio, Joko Widodo, presidiu ao encontro em que foi abordado o estabelecimento de patrulhas navais e aéreas conjuntas nesta região marítima, segundo informa o portal indonésio Detik.

O ministro dos Assuntos de Segurança indonésio, Luhut Binsar Panjaitan, alertou dias antes que a zona do sul das Filipinas corre o risco de se converter numa nova Somália e insistiu que a proteção do comércio na zona é um assunto de prioridade máxima.

O Abu Sayyaf libertou, no passado domingo, dez dos pescadores, após o pagamento de um resgate, assegura a imprensa filipina, apesar de as autoridades indonésias o negarem.

O grupo realiza frequentes sequestros para pedir resgates com os quais se financia, incluindo de vários estrangeiros, um dos quais, o canadiano John Ridsdel, foi decapitado a 25 de abril após ter expirado o prazo para o pagamento.

Atualmente, além dos quatro pescadores indonésios, o Abu Sayyaf tem na sua posse quatro marinheiros malaios, um holandês, um canadiano e um norueguês, além de vários filipinos.

Lusa

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Ano letivo "de uma maneira geral começou bem"

    País

    O Presidente da República considerou esta sexta-feira que o ano letivo "de uma maneira geral começou bem" e defendeu a possibilidade serem feitas "correções" a situações "injustas ou discutíveis" entre os concursos que se realizam de quatro em quatro anos.