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Papa pede a missionários que rezem para que se torne "mais pobre"

O papa Francisco esteve hoje reunido com membros de uma associação médica de caridade que atua em África, apelando para que orem para que se torne "mais pobre", em solidariedade com os povos africanos que passam dificuldades.

© Tony Gentile / Reuters

"Peço-vos por favor que rezem também por mim, para que Deus me faça cada dia mais pobre", afirmou à organização 'Médicos com África', elogiando o trabalho por ela desenvolvida nos sete países africanos onde opera.

O sumo-pontífice também realçou que a saúde "não é um bem de consumo, mas um direito universal, logo, o acesso aos serviços médicos não pode ser um privilégio", segundo citou a agência de notícias francesa (AFP), assinalando que ainda há muitos países em que este é um privilégio dos cidadãos mais abastados.

"Os cuidados médicos, especialmente no nível mais básico, são na verdade negados em muitas partes do mundo e em muitas regiões de África. Não é um direito para todos, mas ainda um privilégio reservado a alguns, aqueles que podem pagá-los", vincou.

O papa Francisco destacou que a situação em África assume contornos particularmente críticos.

"Em África demasiadas mulheres morrem a dar à luz e muitas crianças não sobrevivem além do primeiro mês de vida devido a má-nutrição e doenças", afirmou perante uma audiência de 9.000 médicos e voluntários que se deslocaram ao Vaticano.

A caridade médica desempenha o seu trabalho "com coragem numa expressão de que a Igreja não é uma 'super clínica para pessoas importantes', mas antes um 'hospital de campo'", considerou.

E destacou: "É uma Igreja com um grande coração, próxima dos muitos feridos e humilhados da história, ao serviço dos mais pobres".

Os 'Médicos com África' foram criados em Itália há 65 anos por um médico e um padre e tem missões no Uganda, Tanzânia, Moçambique, Etiópia, Angola, Sudão do Sul e Serra Leoa.

Lusa

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