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Novos bloqueios de estradas em França em protesto contra reforma laboral

Os bloqueios de camionistas em pontos estratégicos da rede viária francesa e na proximidade de centros industriais repetiram-se hoje, pelo segundo dia consecutivo, marcando os protestos contra a reforma laboral do Governo.

© Gonzalo Fuentes / Reuters

A mobilização de hoje concentrava-se em áreas no oeste do país, com a ocupação de duas estradas de acesso à zona industrial do porto de Le Havre, incluindo a entrada na refinaria do grupo Total, em Gonfreville l'Orcher, indicou a emissora France Bleu.

Também na Normandia se registaram filas de camiões que impediam ou dificultavam a circulação no acesso ao terminal petrolífero de Grand Quevilly ou na autoestrada de circunvalação da cidade de Caen.

Outras ações dos camionistas foram registadas em Lorient, na Bretanha, ou num depósito que serve para abastecer dezenas de postos de gasolina em Cournon-d'Auvergne, na região de Auvernia.

Estes protestos são a continuação do primeiro dia de greves e mobilizações, na terça-feira, em França, contra a reforma laboral, que os manifestantes acreditam levar a mais precariedade.

Hollande já assegurou que não vai ceder à pressão e que levará para a frente o projeto, que foi aprovado na semana passada na Assembleia Nacional.

A proposta vai continuar o processo parlamentar no Senado a partir de 20 de junho e os sindicatos que pedem a sua retirada organizaram mais um dia de greves e manifestações para quinta-feira, a que se juntam, entre outros grupos, o dos controladores aéreos, reduzindo em 15% os voos que saem ou chegam ao aeroporto de Orly, em Paris.

Para hoje está também agendada uma greve da companhia ferroviária SNCF, por motivos internos de negociação e que, de acordo com as previsões, vai implicar a supressão de cerca de um terço dos comboios de alta velocidade, entre um quarto e metade dos suburbanos e regionais e de 60% dos comboios de longa distância convencionais.

Nos trajetos internacionais, a SNCF antecipa a suspensão de 40% dos que ligam Paris a Espanha em alta velocidade e de 10% dos que viajam para a Suíça, enquanto as restantes ligações mantêm a normalidade.

Lusa

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