sicnot

Perfil

Mundo

Milhares de pessoas pedem "pão, casa e trabalho" nas ruas de Madrid

Milhares de pessoas voltaram hoje a pedir "pão, casa e trabalho" em Madrid, numas "Marchas da Dignidade" que tentaram "tornar visível a indignação" e exigiram que a Europa "devolva a democracia usurpada" aos cidadãos dos "países submetidos".

Francisco Seco

Mais de 125 organizações políticas, sindicais e sociais apelaram à participação dos cidadãos nestas marchas, organizadas em toda a Espanha sob o lema "Por uma rebelião democrática dos povos da Europa. Soberania, Dignidade, Solidariedade".

Os protestos na capital espanhola foram organizados em quatro colunas que saíram às 12:00 locais (11:00 em Portugal) de quatro locais distintos na cidade e confluíram nas Portas do Sol, onde foi lido um manifesto.

Os organizadores sublinharam que receberam o apoio dos partidos políticos da Esquerda Unida, Podemos e Equo.

O responsável pelo pelouro da Economia e Tesouro da câmara de Madrid, Carlos Sánchez Mato, sublinhou que as "Marchas da Dignidade" é o movimento social "com o desenvolvimento mais amplo de Espanha nos últimos anos", e afirmou a sua convicção de que "há que estar ali", apoiando a "sua luta".

Lusa

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.