sicnot

Perfil

Mundo

ONG denuncia crimes contra a humanidade no México cometidos na última década

As forças de segurança mexicanas e o grupo Los Zetas cometeram "crimes contra a humanidade" durante a última década, afirma a organização não-governamental norte-americana Open Society Justice Initiative, num relatório publicado na segunda-feira.

Reuters

No decurso da guerra contra a droga levada a cabo pelo Governo mexicano, entre dezembro de 2006 e o final de 2015, mais de 150 mil pessoas foram "mortas intencionalmente" no México e milhares de pessoas desapareceram, segundo a organização com sede em Nova Iorque.

A Open Society Justice Initiative, que luta contra os abusos em matéria dos direitos humanos, considera ter elementos suficientes para concluir que crimes contra a humanidade foram cometidos tanto "por atores governamentais como por não-governamentais", tais como o cartel Los Zetas.

Estes crimes visaram os mexicanos, mas também "imigrantes da América Central" que atravessam o país e ficam expostos "à violência cruel dos cartéis", precisou o relatório.

"O Governo deve agir imediatamente para reconhecer a gravidade da situação", considera a ONG.

A possibilidade de expor o caso perante o Tribunal Penal Internacional (TPI) é uma opção "se o México continuar sistematicamente a não investigar estes crimes atrozes", referem os autores do relatório.

O Governo do Presidente Enrique Peña Nieto respondeu na segunda-feira em comunicado que "em casos excecionais" onde as forças de segurança foram implicadas em violações de direitos humanos, os responsáveis devem ser julgados e condenados.

Lusa

  • Mais de um milhão de crianças em risco de morrer à fome
    1:23

    Mundo

    Cerca de 1.4 milhões de crianças estão em risco iminente de morrer à fome. Deste modo, a UNICEF faz um apelo urgente de cerca de 230 milhões de euros para levar nos próximos meses comida, água e serviços médicos a estas crianças. As imagens desta reportagem podem impressionar os espectadores mais sensíveis.

  • Vídeo amador mostra destruição na Síria
    1:04

    Mundo

    A guerra na Síria continua a fazer vítimas mortais. Um vídeo amador divulgado esta segunda-feira mostra o estado de uma localidade a este de Damasco, depois de um ataque aéreo no fim-de-semana. No ataque, 16 pessoas morreram e há várias dezenas de feridos.

  • Partidos querem eleições a 1 de outubro
    1:35
  • Identificadas 10 mil vítimas de violência em 2016
    1:32
  • Homem que esfaqueou mulher em Esmoriz é acusado de homicídio qualificado
    1:24

    País

    O homem que no sábado esfaqueou a mulher em Esmoriz está acusado de homicídio qualificado. O arguido de 50 anos foi ouvido esta segunda-feira pelo juiz de instrução e ficou em prisão preventiva, uma medida fundamentada pelo perigo de fuga e de alarme. O homem remeteu-se ao silêncio durante o interrogatório, no Tribunal de Aveiro.

  • Homem condenado a oito anos e meio por abuso sexual da mãe
    1:10

    País

    O Tribunal de Coimbra condenou esta segunda-feira um homem de 53 anos a oito anos e meio de prisão por abuso sexual da mãe e ainda por crimes de roubo e coação. A mãe, de 70 anos, sofria de problemas nervosos e consumia bebidas alcoólicas com frequência, tendo sido vítima de abuso sexual por parte do filho enquanto dormia. Os crimes cometidos remetem para o início de 2016, depois do homem já ter cumprido outras penas de prisão em Espanha.

  • Jovem de 21 anos morre colhida por comboio na linha da Beira Baixa
    0:43

    País

    Uma jovem de 21 anos morreu esta segunda-feira ao ser atropelada pelo comboio Intercidades à saída da estação de Castelo Branco, na linha da Beira Baixa. A vítima foi colhida pelo comboio que seguia no sentido Lisboa-Covilhã ao atravessar a linha de caminho de ferro. Este é um local onde não existe passagem de nível, mas habitualmente muitas pessoas arriscam fazer a travessia da linha.

  • Banco do Metro com pénis gera polémica no México

    Mundo

    Um banco em formato de homem com o pénis exposto, numa das carruagens de Metro da Cidade do México, está a gerar polémica. A iniciativa integra uma campanha contra o assédio sexual de que as mulheres são vítima no país.