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Descobertos no Chipre restos do que pode ser a vila mais antiga do mundo

Estruturas com mais de 11.000 anos foram descobertas no Chipre e podem ser restos da vila mais antiga alguma vez descoberta no mundo, anunciaram hoje os responsáveis.

© Yorgos Karahalis / Reuters

Mais de 20 estruturas arredondadas foram descobertas em Klimonas, perto da vila meridional de Limassol, segundo o Departamento de Antiguidades, acrescentando que se trata "da manifestação mais antiga de um estilo de vida agrícola e dos moradores alguma vez conhecida no mundo".

Segundo o Departamento de Antiguidades da ilha do Mediterrâneo as estruturas têm entre 10.500 e 11.500 anos e portanto foram construídas pelo menos 2.000 anos antes do até agora mais antigo assentamento conhecido do Chipre, Choirokoitia (sul), inscrito na UNESCO como Património Mundial.

Ossos de animais, incluindo cães e gatos, foram também descobertos no local, que segundo os arqueólogos ocuparia uma área de 5.000 metros quadrados.

"As estruturas foram construídas em pequenos terraços no flanco da montanha virado para o mar", segundo a mesma fonte, que disse que foram descobertas ferramentas de pedra e objetos para caça e para agricultura, semelhantes a outros objetos do Neolítico já descobertos.

As escavações foram dirigidas pelos franceses François Briois e Jean-Denis Vigne. O Departamento de Antiguidades adiantou que os habitantes de Klimonas deveriam ser caçadores de pequenas aves e de javalis.

O período do Neolítico começa sensivelmente 10 mil anos antes de Cristo com a sedentarização do homem. Jericó, na atual Jordânia, é considerada uma das cidades mais antigas do mundo.

Lusa

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