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Só metade da ajuda planeada para a Síria chegou às áreas sitiadas desde janeiro

Apenas metade da ajuda planeada pela ONU e pelos seus parceiros chegou às zonas sitiadas na Síria durante o primeiro semestre do ano, foi hoje divulgado.

© Abdalrhman Ismail / Reuters

"A área da saúde é a que regista maior insucesso", disse Jan Egeland, coordenador do acesso humanitário às referidas zonas.

Desde o início do ano, a ONU tem feito chegar ajuda vital a 62% da população que se encontra em zonas sitiadas e outras consideradas de acesso muito difícil devido à guerra.

As Nações Unidas estimam que entre janeiro e até metade de julho foram assistidas 978.000 pessoas, algumas das quais receberam ajuda mais de uma vez.

"É um número muito distante do que esperávamos, mas muito melhor do que conseguimos em 2015", disse Egeland.

Indicou que apesar da ONU ter recebido do governo sírio todas as autorizações solicitadas para levar ajuda às áreas sitiadas, os comboios de veículos continuam a enfrentar dificuldades de movimento e por vezes são retidos ou a mercadoria é retirada antes de entrarem nas zonas previstas.

Segundo Egeland, nos postos de controlo continua a ser descarregado material de saúde, sobretudo medicamentos contra queimaduras, antibióticos e analgésicos.

Atualmente a prioridade da ONU em termos humanitários é regressar às localidades de Fua, Kefraya, Madaya e Zabadani, assinalando Egeland que a desnutrição está a aumentar entre a população destas zonas.

De vital importância é ainda a entrada na zona leste de Alepo, onde que calcula que estejam entre 200.000 e 250.000 pessoas sitiadas.

Lusa

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