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Hezbollah condena atentado de Cabul e critica silêncio internacional

​O grupo libanês Hezbollah condenou o ataque contra uma manifestação em Cabul, capital do Afeganistão, que causou no sábado 80 mortos e mais de 230 feridos, criticando o silêncio árabe e internacional perante o massacre reivindicado pelo Estado Islâmico.

"Condenamos de forma enérgica a matança atroz cometida pelos terrorista do 'Daesh' [acrónimo em árabe de Estado Islâmico] em Cabul, que causou a morte de dezenas de pessoas inocentes e feriu centenas de outras, e expressamos a nossa solidariedade com os afegãos", afirmou o grupo xiita em comunicado.

No sábado, o auto-proclamado Estado Islâmico reivindicou o ataque que teve como objetivo uma manifestação pacífica da minoria étnica hazara, que professa o islamismo xiita, tal como o Hezbollah.

"Trata-se da continuação dos atos diabólicos dirigidos contra todos sem discriminação e cujo objetivo é a vingança, derramar sangue inocente, manchar a imagem do islão, desarticular a 'umma' [comunidade muçulmana] e servir de ferramenta aos interesses dos terroristas", salientou o Hezbollah.

O grupo criticou ainda o silêncio árabe e internacional e instou os organismos regionais e mundiais, bem como os clérigos muçulmanos "livres" a condenar o ocorrido e a "acabar com a política que justifica os crimes que cometem os terroristas".

No decorrer de uma manifestação pacífica, em Cabul, essencialmente composta por xiitas hazaros, dois bombistas fizeram rebentar os explosivos que traziam à volta da cintura, no meio da multidão.

Este foi o maior ataque reivindicado pelo Estado Islâmico na capital do Afeganistão.

Lusa

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