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Alemanha ia deportar sírio que se fez explodir na Baviera

Alemanha ia deportar sírio que se fez explodir na Baviera

O ministro do Interior alemão revelou hoje que o refugiado sírio, que se fez explodir na Baviera, chegou à Alemanha há dois anos, através da Bulgária. Disse ainda que o refugiado pediu asilo nos dois países. Ao saber que as autoridades búlgaras tinham cedido o asilo, Berlim decidiu deportar o homem de 27 anos. Contudo, a ordem ficou suspensa até este mês.

  • Sírio que se fez explodir em Ansbach vivia há dois anos na Alemanha
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    Mundo

    O bombista suicida sírio que se fez explodir este domingo, à porta de um festival de música na Baviera, vivia há dois anos na Alemanha e há cerca de um ano foi-lhe negado um pedido de asilo no país. Doze pessoas ficaram feridas, três das quais em estado grave. As autoridades estão a investigar as causas do ataque.

  • Atentado suicida à entrada de festival na Alemanha faz 12 feridos
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    Mundo

    Pelo menos 12 pessoas ficaram feridas, três das quais em estado grave, depois de um sírio de 27 anos se ter feito explodir, ontem à noite, à porta de um festival de música em Ansbach, perto de Nuremberga, na Alemanha. A única vítima mortal é o bombista suicida, que tinha problemas psiquiátricos. Esta manhã as autoridades estiveram a fazer buscas na residência onde o homem vivia.

  • A fuga dos PIDES
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  • Dominado incêncio no centro de tratamento de resíduos da Tratolixo
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    O fogo na Tratolixo, em Trajouce, deflagrou esta segunda-feira à noite. As chamas foram controladas a meio da manhã pelos bombeiros. No local estão 133 operacionais, apoiados por 51 veículos. O fogo não fez vítimas nem danos materiais. O vento dificultou o combate às chamas.

  • Duas execuções no mesmo dia pela primeira vez em 17 anos nos EUA

    Mundo

    O estado norte-americano do Arkansas (sul) executou, na noite de segunda-feira, dois condenados à morte, o que sucede pela primeira vez em 17 anos no país, anunciou a procuradora-geral daquele estado. Jack Jones e Marcel Williams, condenados separadamente na década de 1990 à pena capital por violação e assassínio, receberam uma injeção letal depois de diferentes tribunais terem rejeitado os respetivos recursos, afirmou Leslie Rutledge, em comunicado.