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Alemanha reforça segurança depois de ataques

A Alemanha decidiu reforçar o dispositivo policial em todo o país depois de ter sofrido quatro ataques na última semana.

O primeiro, levado a cabo num comboio por um jovem refugiado do afeganistão com um machado, deixou cinco feridos. O segundo, um adolescente alemão de origem iraniana matou nove pessoas num tiroteio em Munique. Depois um refugiado sírio matou uma mulher grávida com um machado e deixou duas pessoas feridas. A explosão perto de um festival de música também foi atribuída a um refugiado com alegadas ligações ao Daesh, que mais tarde reivindicou o ataque.

A sequência destes eventos, nem todos relacionados com o extremismo islâmico, levou o governo alemão a decidir aumentar o número de efetivos nos aeroportos, estações de comboios e nas fronteiras. As críticas da direita em relação à política de imigração levada a cabo por Angela Merkel multiplicam-se. O governo pede à população para confiar nas autoridades.

  • Bombista de Baviera tinha ligações ao Daesh
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    Daesh

    Foi o quarto ataque na Alemanha em menos de uma semana. Ontem 15 pessoas ficaram feridas, três delas em estado grave, depois de um homem se ter feito explodir numa localidade da Baviera. O atacante é de origem síria e as autoridades dizem ter encontrado ligações aos terroristas do Daesh. O bombista tinha problemas psiquiátricos e já tinha tentado o suicídio mais do que uma vez.

  • Morre médico baleado por paciente em Berlim

    Mundo

    Morreu o médico que esta manhã foi baleado num hospital universitário em Steglitz, na área de Berlim, Alemanha. De acordo com a agência Reuters, o atirador era um paciente e ter-se-á suicidado de seguida. A polícia diz que não há sinais de que o incidente se tratasse de um ataque terrorista.

  • Alemanha ia deportar sírio que se fez explodir na Baviera
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    Mundo

    O ministro do Interior alemão revelou hoje que o refugiado sírio, que se fez explodir na Baviera, chegou à Alemanha há dois anos, através da Bulgária. Disse ainda que o refugiado pediu asilo nos dois países. Ao saber que as autoridades búlgaras tinham cedido o asilo, Berlim decidiu deportar o homem de 27 anos. Contudo, a ordem ficou suspensa até este mês.

  • Bataglia deixou passar 12 milhões pela sua conta a pedido de Salgado
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    O presidente da Escom e arguido na Operação Marquês Helder Bataglia terá admitido que Ricardo Salgado utilizou uma conta bancária do empresário, na Suíça, para passar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates. O amigo de Sócrates e Bataglia terão combinado várias formas de não levantar suspeitas. A notícia é avançada pelo jornal Expresso na edição deste sábado.

  • Patrões não aceitam alterações ao acordo de concertação social
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    Economia

    As confederações patronais foram esta sexta-feira ao Palácio de Belém dizer ao Presidente da República que não aceitam que o Parlamento faça alterações ao acordo de concertação social. Os patrões dizem ainda ter esperança que o Parlamento não chumbe o decreto-lei que reduz a TSU das empresas com salários mínimos.

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    Mundo

    O ex-presidente e candidato derrotado das eleições na Gâmbia, Yahya Jammeh, concordou em ceder o poder ao novo Presidente do país, empossado na quinta-feira, indicou esta sexta-feira um responsável governamental senegalês.