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Programa espacial chinês afirma que não há vestígios de água na lua

A pegada da bota de um astronauta no solo da Lua na missão Apollo 11 a 20 de Julho de 1969.

Os dados recolhidos pela primeira sonda espacial chinesa na superfície lunar, a Chang E 3, "confirmam as especulações de que não há água na lua", afirmou hoje o diário oficial chinês, China Daily.

A conclusão resultou da análise das medições feitas pela Chang E 3 no Mare Imbrium ("Mar da Chuva", em latim), a segunda maior cratera da superfície lunar, onde a sonda chinesa pousou em dezembro de 2013 e onde estudou a estrutura do solo a centenas de metros de profundidade.

"Medimos a quantidade de água na superfície lunar e acima dela, mas até ao momento apenas encontrámos as mais baixas quantidades", afirmou ao diário chinês, citado pela Efe, o investigador da Academia Chinesa de Ciências, Wen Jianyan.

A existência de água na lua, uma teoria que levou antigos astrónomos a chamar "mares" às crateras lunares, foi uma hipótese que perdeu força quando os primeiros astronautas pisaram a superfície do satélite da terra em 1969.

Entretanto, novas missões à Lua, como a da missão indiana com a sonda Chandrayaan 1 no final da década passada, voltaram a dar força à teoria da existência de água no planeta, um elemento fundamental para que possa colocar-se a, para já, remota possibilidade de colonização humana.

A China lançará a sua quarta sonda lunar, a Chang E 4, em 2018 e pondera a possibilidade de enviar missões tripuladas no futuro, eventualmente na próxima década.

Lusa

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