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Sanchez recusa "grande coligação" proposta por Rajoy

© Susana Vera / Reuters

O secretário-geral do Partido Socialista espanhol, Pedro Sánchez, recusou a proposta de criação de uma "grande coligação" feita pelo líder do Partido Popular, Mariano Rajoy, que está a tentar obter apoios para formar governo.

"O PSOE não vai estar em nenhuma grande coligação. Somos a alternativa e não vamos apoiar quem queremos que mude", disse Sanchez depois de estar reunido durante 55 minutos com Rajoy no Congresso de Deputados (parlamento).

O líder do Partido Socialista Operário Espanho, (PSOE) insistiu que cabe ao chefe do governo de gestão encontrar uma solução com todos os partidos de direita e que o PSOE será a oposição.

"Disse ao sr. Rajoy que vamos estar sempre disponíveis para falar com ele, mas é ele que tem de resolver e assumir as suas responsabilidades", disse.

Mariano Rajoy vai também reunir-se na quarta-feira com Albert Rivera, líder do partido de centro-direita Ciudadanos, o quarto partido mais votado nas eleições de 26 de junho.

O líder do Partido Popular (PP) anunciou na sexta-feira, após um encontro com o rei, Felipe VI, que vai submeter-se no parlamento a uma votação de investidura e tentar formar governo.

O PP foi o partido mais votado nas eleições de 26 de junho, elegendo 137 deputados num total de 350, mas precisa que o PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol) e o Ciudadanos se abstenham na votação de investidura para poder formar um governo minoritário.

O PSOE ficou em segundo lugar, conquistando 85 lugares, enquanto a aliança de esquerda Unidos-Podemos ficou em terceiro, com 71 deputados. A quarta formação mais votada foi o Ciudadanos, que alcançou 32 assentos.

Mariano Rajoy defende que a responsabilidade de evitar que os espanhóis sejam chamados pela terceira vez a votar está nas mãos do PSOE e do Ciudadanos e pretende tentar negociar que um eventual novo governo seja investido até 26 de agosto.

O PSOE está a ser muito pressionado depois de o Ciudadanos ter mais uma vez, na semana passada, manifestado a sua disponibilidade para se abster e deixar passar o novo governo, o que não será suficiente, se todas as outras forças políticas votarem contra Rajoy.

Lusa

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