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Um morto e cinco feridos em ataque com faca no centro de Londres

© Russell Boyce / Reuters (Arquivo)

Uma mulher morreu e pelo menos outras cinco pessoas ficaram feridas num ataque com faca no centro de Londres na noite de quarta-feira, informaram hoje vários órgãos de comunicação social.

Segundo a Press Association, um homem foi detido depois de a polícia ter disparado contra ele com uma pistola elétrica na sequência do incidente, ocorrido em Russel Square, pelas 22:30 locais (mesma hora em Lisboa).

Até seis pessoas foram encontradas feridas no local e uma delas, uma mulher, foi declarada morta pouco tempo depois.

A hipótese de terrorismo não está excluída, disse a polícia metropolitana de Londres.

"Terrorismo é uma das hipóteses que está a ser explorada nesta fase", lê-se num comunicado da polícia, citado pelos meios de comunicação social britânicos.

A polícia de Londres disse hoje que problemas mentais de um rapaz de 19 anos foram um "fator significativo" no ataque com faca na noite de quarta-feira no centro da cidade, que resultou num morto e cinco feridos.

Um jovem de 19 anos foi detido às 22:39, depois de ter sido imobilizado com uma pistola elétrica ('taser'), segundo a polícia, que revelou que a saúde mental do rapaz foi um "fator significativo" no ataque.

"É claro que, nesta fase, devemos manter a mente aberta e, consequentemente, o terrorismo como uma motivação [para o ataque] permanece (...) como linha de investigação para nós explorarmos", disse um comissário da Scotland Yard, Mark Rowley, numa declaração aos jornalistas no local do incidente, Russel Square, no centro de Londres.

A polícia foi chamada ao local pelas 22:33 de quarta-feira, após informação de que um homem estava a atacar pessoas com uma faca, noticiou a BBC.

Uma das vítimas, uma mulher na casa dos 60 anos, foi assistida no local, mas declarada morta pouco tempo depois.

Mark Rowley disse que uma mulher e quatro homens sofreram vários ferimentos no ataque.

A unidade de homicídios da polícia metropolitana iniciou uma investigação, apoiada pela unidade antiterrorismo, afirmou ainda.

Com Lusa