sicnot

Perfil

Mundo

Mais de 9.000 civis morreram em ataques aéreos nos últimos 22 meses

Ataque perto da cidade síria de Damasco, onde várias pessoas morreram.

Pelo menos 9.307 civis morreram e 49.000 ficaram feridos em bombardeamentos da aviação síria em 13 províncias do país nos últimos 22 meses, segundo estatísticas divulgadas pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Das mais de nove mil pessoas que morreram no período entre 20 de outubro de 2014 até esta madrugada 1.992 eram menores e 1.327 mulheres.

Estes ataques aéreos provocaram também a morte a 5.244 combatentes de grupos armados islamitas, incluindo a organização jihadista Daesh.

Durante o período analisado, os caças e helicópteros do exército sírio realizaram, segundo o Observatório, pelo menos 64.455 bombardeamentos em Damasco e nos seus subúrbios, Alepo (norte), Homs (oeste) e Deraa (sul).

A única província que escapou aos ataques aéreos foi Tartus, junto à costa mediterrânica e feudo governamental.

O Observatório tem vindo a contar os bombardeamentos desde 20 de outubro de 2014, porque desde essa altura houve um aumento deste tipo de ataques.

A Organização Não-Governamental (ONG) anunciou ainda que os bombardeamentos da aviação russa mataram 8.139 pessoas desde finais de setembro do ano passado.

Entre estas vítimas, 3.089 eram civis, 743 menores, 2.574 eram combatentes do Daesh e 2.476 membros de outros grupos que lutam contra o regime sírio.

Lusa

  • Rúben Lima nega crimes de corrupção no processo Cashball
    6:04

    Desporto

    Rúben Lima, um dos oito jogadores suspeitos de terem sido aliciados por intermediários ao serviço do Sporting para beneficiar o clube de Alvalade, nega todos os crimes investigados pela Polícia Judiciária. Numa entrevista exclusiva à SIC, o jogador do Moreirense garante que não conhece nenhum dos quatro arguidos detidos no âmbito do processo Cashball.

    Exclusivo SIC

  • Partido Podemos com votação inédita em Espanha
    1:32

    Mundo

    Há uma votação inédita em Espanha. O Podemos começou esta terça-feira a decidir a continuidade do líder do partido, depois de Pablo Iglesias e a companheira terem comprado uma casa de 600 mil euros.