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Israel desmantela rede palestiniana de fábricas de armas na Cisjordânia

As forças de segurança israelitas desmantelaram esta terça-feira na Cisjordânia um comando palestiniano que fabricava e distribuía armas na região, e detiveram duas pessoas.

Numa missão conjunta do exército, polícia e agências de informações israelitas "foram descobertas sete fábricas, incluindo 22 máquinas de fabrico e dezenas de armas, nas zonas de Belém e Hebron", de acordo com um comunicado militar.

A mesma fonte indicou que, desde o início do ano, foram localizadas 29 fábricas de armas, apreendidas 49 máquinas, 300 armas de fogo e detidas 140 pessoas com ligações ao tráfico de armamento.

Em conferência de imprensa por telefone, um elemento dos serviços secretos israelitas, que pediu para não ser identificado, explicou que a operação decorreu num contexto de aumento do número de ataques de palestinianos contra israelitas.

"O mais importante que tentamos fazer é que um adolescente de 15 anos não possa ter acesso a armas para matar civis e que não sejam baratas", disse.

A mesma fonte garantiu que a campanha israelita contra o armamento ilegal não decorre em coordenação com o governo palestiniano.

"Têm as suas próprias operações, mas acreditamos que as nossas ações beneficiam também todos os palestinianos", referiu a mesma fonte.

Na quinta-feira, dois agentes das forças de segurança palestinianas foram mortos a tiro quando tentavam deter, em Nablus, alegados membros de uma rede de tráfico de armas.

A venda ilegal de armas e explosivos na Cisjordânia registou um aumento nos dois últimos anos, de acordo com fontes militares israelitas.

Este armamento, especialmente espingardas "M16", de conceção norte-americana e bazucas "Carl Gustav", de origem sueca, é usado em atentados terroristas contra Israel, mas também em crimes nos territórios palestinianos, acrescentaram.

Lusa

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