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Proibição do burkini é uma medida "discriminatória, preconceituosa e intolerante"

A Amnistia Internacional considera que a proibição do uso do burkini em várias cidades francesas é uma medida "discriminatória, alimentada por preconceitos e intolerância" e pode abrir caminho a abusos de mulheres e raparigas.

Num comunicado emitido esta quinta-feira, a Amnistia diz que a decisão constitui uma "oportunidade perdida" para pôr fim ao ataque à liberdade de expressão e religiosa das mulheres e ao direito à não-discriminação.


Numa altura em que a proibição do burkini está a ser avaliada pelo Tribunal Administrativo Francês, o director da Amnistia Internacional para a Europa considera que a justiça francesa tem nas mãos uma oportunidade de anular estas medidas preconceituosas.

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    O debate em torno do uso do burkini continua polémico em França sobretudo depois de terem sido divulgadas imagens de polícias a multarem e a obrigarem uma mulher a despir as roupas que tapavam o corpo inteiro em plena praia. O tema já foi até abordado pelo primeiro-ministro francês, que concorda com a proibição do uso do burkini, um fato de banho que cobre todo o corpo.

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