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Papa apela à paz e legalidade no Gabão

O papa Francisco rezou hoje pelo Gabão, palco de violências após as presidenciais de 27 de agosto, lançando um apelo à paz e a legalidade no país petrolífero de menos de dois milhões de habitantes.

"Quero convidar a uma oração especial pelo Gabão, que atravessa um momento de grave crise política. Confiemos ao Senhor as vítimas de confrontos e os seus familiares", declarou o papa perante os milhares de fiéis reunidos na praça de São Pedro para a oração do Angelus.

"Associo-me aos bispos deste país africano para convidar as partes a rejeitaram qualquer violência e a terem sempre o bem comum como objetivo", adiantou Francisco.

O papa encorajou os habitantes do Gabão, "em particular os católicos, a serem construtores da paz, no respeito pela legalidade, diálogo e fraternidade".

No sábado, uma marcha reuniu, em Libreville, mil partidários do opositor Jean Ping, em homenagem às vítimas das violências pós-eleitorais.

Ping, que se reivindica "presidente eleito", apresentou na sexta-feira um recurso no Tribunal constitucional para impugnar os resultados das eleições que implicaram a reeleição do presidente Ali Bongo por uma curta margem de votos.

Segundo a comissão eleitoral, Ali Bongo, 57 anos, foi reeleito para um segundo mandato de sete anos, com 49,80% dos votos contra 48,23% para o líder da oposição Jean Ping. Uma diferença de 5.594 votos, num total de 627.805 recenseados.

O anúncio da reeleição de Ali Bongo a 31 de agosto provocou tumultos, pilhagens, centenas de detenções e pelo menos três mortos.

Lusa

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