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Índia aconselha Paquistão a "esquecer sonho" de controlar Caxemira

A Índia aproveitou esta segunda-feira a Assembleia-geral das Nações Unidas em Nova Iorque para acusar o Paquistão de terrorismo e reafirmar que nunca cederá o controlo sobre a região da Caxemira, disputada entre os dois países.

A ministra dos Negócios Estrangeiros indiana, Sushma Swaraj, afirmou que "o Paquistão continua a acreditar que vai conseguir o território que pretende", numa referência a um ataque recente contra uma base militar indiana.

"Aconselho firmemente o Paquistão a abandonar este sonho. Deixem-me dizer sem qualquer equívoco que Jammu e Caxemira é parte integrante da Índia, agora e sempre".

Sushma Swaraj pediu à comunidade internacional para isolar o Paquistão pelas alegadas ligações com grupos terroristas.

"Existem, entre nós, países que alimentam e exportam o terrorismo. Devemos identificar estas nações e obrigá-las a prestar contas", declarou.

Na passada quarta-feira, também na 71.ª sessão da Assembleia-geral da ONU, o primeiro-ministro paquistanês, Nawaz Sharif, criticou duramente a Índia em relação a Caxemira, e afirmou que Nova Deli era um obstáculo à paz.

A Caxemira registou, há uma semana, o incidente mais grave dos últimos 15 anos com o ataque a uma instalação base militar indiana por rebeldes, no qual morreram 18 soldados.

O exército indiano atribuiu o ataque ao grupo rebelde Jaish-e-Mohammad, com base no Paquistão, que já tinha implicado num ataque, em janeiro, a uma base da força aérea indiana em Pathankot, no estado do Punjab (norte), no qual morreram sete soldados.

Diferentes grupos separatistas combatem, há várias décadas, a presença do exército indiano na região, que destacou perto de meio milhão de soldados, para exigir a independência do território ou a integração no Paquistão.

A Índia e o Paquistão reivindicam a soberania em toda esta região montanhosa, dividida entre os dois países após o fim do domínio britânico em 1947. Dezenas de milhares de pessoas, na grande maioria civis, morreram no conflito.

Lusa

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