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Merkel responsabiliza Rússia e al-Assad pelo aumento de violência na Síria

Merkel responsabiliza Rússia e al-Assad pelo aumento de violência na Síria

A chanceler alemã Angela Merkel responsabilizou a Rússia e o regime de Bashar al-Assad pela escalada de violência, nos últimos dias na Síria. Merkel considera que só Moscovo e Damasco podem recuperar o cessar fogo e permitir o regresso da ajuda humanitária, sobretudo na região de Alepo.

  • Cinco anos de guerra na Síria
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    A revolta na Síria começou em 2011 com manifestações pacíficas contra o regime do presidente Bashar al-Assad. Mas a escalada da violência e a repressão que o governo exerceu sobre os protestos, levaram a uma guerra civil que já matou 250 mil sírios.

  • EUA e Rússia unidos para acabar com conflito na Síria
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    Os EUA e a Rússia chegaram a um acordo para um cessar-fogo na Síria, que deverá começar já esta segunda-feira, e que prevê a suspensão das operações de combate. Depois de uma maratona de negociações, John Kerry e Serguei Lavrov traçaram um plano que pretende reduzir a violência e ajudar numa transição politica na Síria.

  • Frio no fim de semana, regiões do interior podem chegar aos -5 °C
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    A Proteção Civil emitiu um alerta para o tempo frio e seco e pede cuidados redobrados. As temperaturas já começaram a descer, com regiões a registarem valores negativos. No interior, podem chegar aos 5 graus negativos. Até ao Natal o tempo vai manter-se frio, seco e com ausência de chuva.

  • Bombeiro ferido nos fogos de Pedrógão Grande regressou a casa
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    Tragédia em Pedrógão Grande

    Seis meses depois dos incêndios de Pedrógão Grande, regressou a casa o último dos bombeiros de Castanheira de Pera que estava internado desde junho. Rui Rosinha esteve em coma mais de dois meses e tem ainda pela frente uma longa recuperação. O bombeiro não quer que o país esqueça o que aconteceu e espera que as duas tragédias deste ano (fogos de junho e outubro) sirvam de lição para o futuro.

  • PS volta a subir nas intenções de voto e não baixa dos 40%
    2:01
  • Marcelo evita "ideia de que o ano foi todo muito bom"
    3:14

    País

    Marcelo Rebelo de Sousa disse esta sexta-feira que 2017 teve "o melhor e o pior" e que "é preciso evitar a "ideia que o ano foi todo muito bom". O Presidente da República fez estas declarações depois de António Costa ter dito que a nível económico este "foi um ano particularmente saboroso".