sicnot

Perfil

Mundo

Governo português vê "com serenidade" entrada de Georgieva na corrida à ONU

O governo português disse ver "com serenidade" a entrada de Kristalina Georgieva na corrida à liderança das Nações Unidas, anunciada esta quarta-feira pela Bulgária, reiterando o valor da candidatura de António Guterres, que foi "transparente e a tempo".

A Bulgária mudou a sua candidata ao cargo de secretário-geral da ONU, substituindo Irina Bokova por Kristalina Georgieva, uma alteração que o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, disse encarar "com toda a serenidade".

"Apresentámos a candidatura do engenheiro António Guterres no fim do mês de fevereiro. Fizemo-lo a tempo, com toda a transparência e de forma a que António Guterres fosse sujeito a todas as provas e passos que o processo de seleção a secretário-geral das Nações Unidas hoje exige", afirmou esta quarta-feira à Lusa.

Kristalina Georgieva, candidata apoiada pela chanceler alemã, Angela Merkel, é considerada a mais difícil adversária do ex-primeiro-ministro português António Guterres na corrida à liderança das Nações Unidas.

O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro búlgaro Boiko Borissov em Sofia.

"Nós acreditamos que é uma candidatura de sucesso", disse o chefe do governo de centro-direita aos jornalistas na capital búlgara, referindo-se a Kristalina Georgieva.

O nome de Irina Bokova tinha sido proposto pelos socialistas da Bulgária.

Lusa

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.