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Furacão Matthew provoca quatro mortes na República Dominicana

Dieu Nalio Chery

A passagem do furacão Matthew pela República Dominicana provocou quatro mortes, com a tormenta agora a fustigar Cuba e a levar 1,1 milhões de pessoas da Carolina do Sul, Estados Unidos, a deixarem as suas casas.

Com o olho do furacão na ilha de Cuba, zona de Guantanamo, e a aproximar-se dos Estados Unidos a governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, pediu esta terça-feira aos que vivem a uma distância de até 160 quilómetros da costa, cerca de 1,1 milhões de pessoas, que se mudem para o interior.

"Com ventos com esta força e marés tão altas, isto não é algo com que queiramos brincar", disse a responsável em conferência de imprensa, que salientou que se tratava de salvar vidas.

Nos Estados Unidos, o furacão já levou à declaração de emergência nos Estados da Florida, Georgia, Carolina do Norte e Carolina do Sul. Espera-se o impacto "brutal" do furacão mais perto do fim de semana.

Até agora já assolou o Haiti, onde provoco três mortos, e a Republica Dominicana, estando esta noite a fustigar o extremo oriental de Cuba. Espera-se que toque terra no sábado, previsivelmente entre a fronteira da Carolina do Norte e do Sul, segundo projeções do Centro Nacional de Furacões, dos Estados Unidos.

As chuvas e os ventos fortes destruíram cerca de 200 casas na República Dominicana, obrigaram a evacuações e cortaram as comunicações em 31 municípios, além de provocarem a morte de três crianças e um adulto, segundo o Centro de Urgências da ilha.

O Matthew é um furacão de categoria quatro numa escala até cinco, com ventos que podem chegar aos 230 quilómetros por hora, que se dirige esta noite em direção às Bahamas, a uma velocidade de 17 quilómetros por hora, segundo o centro americano de vigilância de furacões.

O Centro classifica o Matthew como "extremamente perigoso" e um dos mais possantes que se formou nos últimos 10 anos nas caraíbas.

Nos últimos dias as autoridades cubanas já tinham levado mais de 300.000 pessoas a deixarem as suas casas como medida de precaução.

E esta terça-feira começou a formar-se mais uma tempestade tropical, a 14.ª da temporada, chamada Nicole, para já com ventos de 85 quilómetros por hora.

Lusa

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