sicnot

Perfil

Mundo

Tufão de Natal mata seis pessoas e deixa 18 desaparecidas nas Filipinas

© Erik de Castro / Reuters

Pelo menos seis pessoas morreram e 18 estão desaparecidas devido à passagem do tufão Nock-Ten pelas Filipinas durante a época natalícia, informou esta terça-feira o Governo.

A tempestade atingiu primeiro as províncias orientais no dia de Natal, inundando ruas e campos, destruindo casas e danificando navios, ao cruzar o arquipélago.

O incidente mais grave envolveu o barco MV Starlight Atlantic, que naufragou ao largo da província de Batangas, matando uma pessoa e deixando 18 membros da tripulação desaparecidos, segundo a guarda costeira.

Cinco outras pessoas morreram em cheias ou devido à queda de objetos.

O Nock-Ten deixou várias províncias sem eletricidade, não havendo ainda uma data para quando a energia será reposta.

Mais de 429 mil pessoas foram preventivamente deslocadas das suas casas em zonas vulneráveis e mais de 330 voos foram cancelados devido ao tufão, que causou também danos em casas e infraestruturas.

"Vimos muitas casas destruídas pelos ventos fortes. Infraestruturas como escolas e hospitais também. Ainda estamos à espera de saber o número exato de casas que foram destruídas e qual é exatamente o custo dos danos", disse Mina Marasigan, porta-voz da agência de gestão de desastres das Filipinas.

Espera-se que o Nock-Ten traga fortes chuvas e ventos à capital, Manila, onde moram 13 milhões de pessoas, apesar de o tufão ter perdido força entretanto.

Entre 15 e 20 tufões atingem todos os anos as Filipinas na época das chuvas, que começa em junho e termina em novembro.

O tufão mais poderoso e mortal que atingiu as Filipinas foi o Haiyan, que deixou 7.350 pessoas mortas ou desaparecidas e destruiu cidades inteiras em áreas densamente povoadas do centro das Filipinas, em novembro de 2013.

Lusa

  • "Quem faz isto sabe estudar os dias e o vento para arder o máximo possível"
    4:15
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51

    País

    Mais de 500 mil hectares de área ardida, 42 vítimas mortais, 71 de feridos, dezenas de casas e empresas destruídas. É este o balanço de mais um fim de semana trágico para Portugal a nível de incêndios florestais.

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41

    País

    Desde janeiro, houve mais área ardida do que em qualquer outro ano na história registada de incêndios florestais. Segundo dados provisórios do Sistema Europeu de Informação sobre Fogos Florestais, mais de 519 mil hectares foram consumidos pelas chamas até 17 de outubro, o que representa quase 6% de toda a área de Portugal. 

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • O que resta de Tondela depois dos incêndios
    1:07

    País

    O concelho de Tondela é agora um mar de cinzas, imagens recolhidas pela SIC com um drone mostram bem a dimensão do que foi destruído pelos incêndios. Perto 100 habitações principais ou secundárias, barracões, oficinas e stands arderam. 

  • Moradores reuniram esforços para salvar idosos das chamas em Pardieiros
    2:50

    País

    O incêndio de domingo em Nelas fez uma vítima mortal: um homem de 50 anos, de Caldas da Felgueira, que regressava de uma aldeia vizinha, onde tinha ido ajudar a combater as chamas. Em Pardieiros, no concelho de Carregal do Sal, várias casas arderam e uma jovem sofreu queimaduras ao fugir do incêndio. Durante o incêndio, pessoas reuniram esforços para salvar a povoação.

  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • As lágrimas do primeiro-ministro do Canadá

    Mundo

    O primeiro-ministro da Canadá, Justin Trudeau, emocionou-se esta quarta-feira ao falar de um artista que morreu depois de perder uma luta contra o cancro. Gord Downie, vocalista da banda de rock canadiana "The Tragically Hip", faleceu esta terça-feira, aos 53 anos, vítima de um tumor cerebral.