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Suspeito do ataque a mesquita no Quebeque telefonou à polícia para se entregar

© Mathieu Belanger / Reuters

Um dos dois presumíveis autores do ataque de domingo numa mesquita no Quebeque em que morreram seis pessoas telefonou à polícia para se entregar, disse à imprensa um inspetor da polícia.

Segundo Denis Turcotte, inspetor, o homem, de "vinte e muitos, trinta e poucos anos", ligou para a linha de emergência 15 minutos depois de as forças de segurança serem informadas do tiroteio para indicar o local onde se entregaria.


A polícia suspeita que o homem seja um dos dois que abriram fogo durante a oração no Centro Cultural Islâmico da Cidade do Quebeque cerca das 19:30 de domingo (03:00 de segunda-feira em Lisboa). O outro suspeito foi detido no local.


O ataque levou hoje autoridades religiosas islâmicas da Holanda a decidir que as orações importantes passam a realizar-se à porta fechada.


A Mesquita Azul de Amsterdão, a Mesquita as-Sunnah de Haia, a Mesquita Essalam de Roterdão e a Mesquita Omar Al Faruq de Utrecht anunciaram num comunicado conjunto que os seus responsáveis se "sentem obrigados a fechar as portas da mesquita durante as orações".

As quatro mesquitas são frequentadas por vários milhares de pessoas diariamente.
"Atos impiedosos como o que ocorreu no Quebeque contribuem para o ódio global aos muçulmanos", disse à agência France-Presse Said Bouharrou, do Conselho Holandês e Marroquino de Mesquitas.


"Uma mesquita é um local aberto que deve ser acessível em qualquer momento do dia a todos os que procuram paz e serenidade. Mas temos de estar alerta com estes ataques terroristas. É dececionante ter de aplicar medidas de segurança restritivas", afirmou.


Seis pessoas morreram e 17 ficaram feridas, cinco com gravidade, quando pelo menos dois homens abriram fogo numa mesquita da cidade do Quebeque, um incidente qualificado pelo primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, de "ataque terrorista".

Lusa

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