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Dia mundial das zonas húmidas alerta para a necessidade de proteção

O delta do rio Okavango fotografado pelo satélite Copernicus Sentinel-2A da ESA.

No dia internacional das zonas húmidas, as organizações ambientais chamam a atenção para a diminuição destes ecossistemas pelo mundo e consequências nefastas para o ambiente, pessoas e animais.

O tema deste ano salienta que as "Zonas húmidas diminuem o risco de desastres" ambientais, nomeadamente a seca. Estas zonas, tanto costeiras como interiores, são muito importantes para pessoas, animais e plantas, protegendo-as de desastres naturais como inundações, secas ou tempestades. São a casa de uma enorme variedade de espécies animais e vegetais e locais onde é armazenada grande quantidade de água doce.

A 2 de fevereiro celebra-se assinatura da Convenção das Zonas Húmidas, ou Convenção Ramsar, em 1971. Este tratado intergovernamental prevê a cooperação internacional para a preservação e uso sustentável destes ecossistemas e seus recursos. Com uma boa gestão, reduzem os riscos dos danos causados pelos desastres ambientais, como sublinha a secretária-geral da Convenção, Martha Rojas-Urrego.

Umas das mais importantes zonas húmidas do planeta é o delta do rio Okavango. Normalmente, um delta desagua no mar, mas este é diferente. O rio Okavango nasce em Angola, atravessa a Namíbia, chega ao Botsuana onde se divide para formar um delta interior. Aí habitam alguns dos mamíferos de grande porte ameaçados de extinção.

Neste local, classificado Património Mundial da UNESCO, existem pântanos permanentes que cobrem cerca de 15 mil quilómetros quadrados durante a época de seca e triplicam de tamanho durante as chuvas. Em total contraste, o vizinho deserto do Kalahari, mas que se complementam.

No projeto conjunto GlobWetland Africa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a equipa africana da Convenção Ramsar monitorizam através de satélites as zonas húmidas de África, com vista à sua conservação e uso sustentável. O satélite Copernicus Sentinel-2A obteve esta imagem a 2 de dezembro de 2016, hoje divulgada.

O delta do rio Okavango fotografado pelo satélite Copernicus Sentinel-2A da ESA.

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