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Autoridades mexicanas reforçam segurança no estado de Sinaloa para conter violência

Rashide Frias

O Governo do Sinaloa anunciou esta sexta-feira o reforço das operações de segurança devido ao aumento da violência, que nas últimas 48 horas causou 12 mortos naquele estado do noroeste do México.

O aumento das patrulhas e das investigações, em coordenação com as Forças Armadas e a Procuradoria-Geral da República visa que "os níveis de violência diminuam", disse o secretário da Segurança Pública do estado de Sinaloa, Genaro Robles Casillas.

Nas operações participam polícias estaduais treinados num campo militar no estado de Tlaxcala e membros das forças federais, disse Robles numa conferência de imprensa conjunta com o procurador do estado, Marco Antonio Higuera Gómez.

Robles disse que esta operação começou a dar resultados com a apreensão nas primeiras horas de quarta-feira de 8.000 doses de cocaína no município de Ahome, a captura de 77 pessoas por diversos crimes e a recuperação de 46 automóveis e nove motorizadas.

Também foram apreendidos 97.550 litros de combustível, 2.838 cartuchos, 21 granadas e 44 armas de fogo, e foram destruídas plantações de marijuana por agentes da polícia municipal, ação que antes não realizavam. Doze pessoas morreram em confrontos armados registados esta semana no Estado mexicano de Sinaloa, informaram fontes oficiais.

Um responsável da Justiça, Julio César Romanillo, explicou que um primeiro incidente violento ocorreu em Culiacán, capital de Sinaloa, quando membros da secretaria da Marinha que faziam uma patrulha foram agredidos a tiro por homens armados que seguiam em veículos blindados.

No total, os mortos por disparos de armas de fogo foram seis, cinco dos quais civis, indicou.Horas mais tarde, registou-se um segundo confronto entre dois grupos armados rivais em Villa Juárez. Deste tiroteio resultaram outros seis mortos, informou o procurador Marco Antonio Higuera Gómez, citado pela Efe.No local ficaram vários veículos com impactos de bala, armas de fogo, granadas e carregadores.

O secretário da Segurança Pública, o general Genaro Robles Casillas, explicou que esta onda de violência se deve a uma luta entre grupos do cartel de Sinaloa.

Lusa

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