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Serviços de informação britânicos reagem às acusações da Casa Branca 

Sean Spicer, assessor de imprensa da Casa Branca.

© Jonathan Ernst / Reuters

Os serviços de informação do Reino Unido (GCHQ) já reagiram à acusação de Donald Trump. A Casa Branca citou ontem a televisão Fox News para assegurar que o ex-Presidente Barack Obama solicitou aos serviços de informações britânicos que monitorassem Trump, para contornar as restrições legais dos EUA que impedem a monitorização de cidadãos norte-americanos. "Absurdo, absolutamente ridículo e deve ser ignorado", afirmou um porta-voz da GCHQ.

Numa série de mensagens divulgadas na sua conta na rede social Twitter, a 4 de março, Trump acusou Obama de uma conspiração estilo "Nixon/Watergate", que teria por certo infringido a legislação dos EUA. "Terrível! Acabo de saber que Obama tinha os meus telefones na Trump Tower sob escuta", afirmou numa das mensagens.

Uma comissão do senado norte-americano anunciou ontem que concluiu que não há quaisquer provas de que a Trump Tower tenha sido alvo de escutas por parte da Administração Obama antes das eleições. Donald Trump já informou que mantém a acusação.

Também ontem o assessor de imprensa da Casa Branca, Sean Spicer, em declarações aos jornalistas, citou relatos não confirmados da Fox de que Obama tinha pedido aos serviços de informação britânicos que monitorassem Trump.

As primeiras acusações sobre o envolvimento do GCHQ partiram do juiz Andrew Napolitano.

"Três fontes dos serviços secretos informaram a Fox News de que o Presidente Obama saiu da cadeia de comando" para ordenar as escutas, afirmou Sean Spicer, que citou Napolitano.

"Ele não usou a NSA, ele não usou a CIA, ele não usou o FBI e não usou o Departamento de Justiça", tinha declarado Napolitano, acrescentando que Obama tinha recorrido ao GCHQ. NSA é a sigla em inglês de Agência de Segurança Nacional, CIA a de Agência Central de Informações e FBI a de polícia federal norte-americana.

"As recentes acusações feitas por Andrew Napolitano de que teria sido solicitado ao GCHQ que realizasse escutas telefónicas ao Presidente eleito nos EUA não fazem qualquer sentido", garantiu o GCHQ.

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