sicnot

Perfil

Mundo

Pelo menos 79 mortos em cinco dias da ofensiva contra Daesh em Raqa

Pelo menos 79 pessoas, das quais 16 crianças e nove mulheres, morreram nos primeiros cinco dias da ofensiva terrestre contra o grupo terrorista Daesh, na cidade síria de Raqa, informou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos.

A ofensiva terrestre contra Raqa, principal reduto sírio do grupo extremista, começou na segunda-feira passada, sob o comando das Forças Democráticas da Síria (FSD), lideradas por milícias curdas e apoiadas pelos Estados Unidos.

A organização não-governamental (ONG) alertou que o número de vítimas está a aumentar, quer nos combates terrestres, quer nos bombardeamentos da coligação internacional, que causaram hoje a morte a 24 pessoas, incluindo cinco crianças e três mulheres.

O Observatório indicou ainda que, entre os mortos de um bombardeamento encontram-se quinze pessoas que estavam num cibercafé, entre os quais um ativista da própria ONG.

As Forças Democráticas Sírias (FDS), apoiadas por Washington, anunciaram na terça-feira o início da ofensiva contra Raqa, sete meses após terem desencadeado uma operação militar de envergadura que permitiu o controlo progressivo de vastas regiões em torno da cidade no norte da Síria, que por fim foi cercada.

Desconhece-se o número exato de civis que permanecem na cidade, que antes do conflito na Síria, tinha mais de 200.000 habitantes, segundo estatísticas oficiais.

A guerra da Síria começou em março de 2011 e já provocou mais de 300 mil mortos.

  • Frio no fim de semana, regiões do interior podem chegar aos -5 °C
    1:23

    País

    A Proteção Civil emitiu um alerta para o tempo frio e seco e pede cuidados redobrados. As temperaturas já começaram a descer, com regiões a registarem valores negativos. No interior, podem chegar aos 5 graus negativos. Até ao Natal o tempo vai manter-se frio, seco e com ausência de chuva.

  • Bombeiro ferido nos fogos de Pedrógão Grande regressou a casa
    2:33

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Seis meses depois dos incêndios de Pedrógão Grande, regressou a casa o último dos bombeiros de Castanheira de Pera que estava internado desde junho. Rui Rosinha esteve em coma mais de dois meses e tem ainda pela frente uma longa recuperação. O bombeiro não quer que o país esqueça o que aconteceu e espera que as duas tragédias deste ano (fogos de junho e outubro) sirvam de lição para o futuro.

  • PS volta a subir nas intenções de voto e não baixa dos 40%
    2:01
  • Marcelo evita "ideia de que o ano foi todo muito bom"
    3:14

    País

    Marcelo Rebelo de Sousa disse esta sexta-feira que 2017 teve "o melhor e o pior" e que "é preciso evitar a "ideia que o ano foi todo muito bom". O Presidente da República fez estas declarações depois de António Costa ter dito que a nível económico este "foi um ano particularmente saboroso".