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Professora norte-americana acusada de acolher aluno para ter relações sexuais

Uma professora de New Jersey, nos Estados Unidos, foi acusada de acolher um aluno de 15 anos em sua casa, para poder ter relações sexuais com ele. Ryana Culver, de 43 anos, foi detida e acusada de abuso sexual em segundo grau e ameaça ao bem estar de uma criança.

O jornal britânico Daily Mail conta que o aluno vivia com um familiar, mas em dezembro de 2015 foi expulso de casa. Foi nessa altura que se aproximou mais da professora, que o abrigou em casa. Em junho de 2016 o relacionamento passou para outro nível.

Segundo informações contidas nos documentos do processo, em junho de 2016 Culver tocou no aluno quando este tirou a roupa para ir dormir. Inicialmente o rapaz "não pensou em nada". Os documentos indicam ainda que a professora fez sexo oral ao rapaz de 15 anos e que depois disso passou a ter relações sexuais com o mesmo.

"Depois do primeiro incidente eles começaram a envolver-se sexualmente. Chegou ao ponto em que ele (o aluno) sentia que, se pedisse para ela parar, ficava louca e expulsava-o de casa": informação retirada de uma queixa feita à polícia, segundo conta o South Jersey Times.

De acordo com os investigadores, o aluno quis meter um ponto final na relação que mantinha com a professora, mas ela acabava sempre por persuadi-lo. Mais tarde, o aluno acabou por entrar em contacto com a polícia. O rapaz contou que tinha relações sexuais "quase todos os dias durante vários meses".

A casa de Ryana Culver foi revistada assim como o telemóvel "escondido" que Culver usava para conversar com o aluno. "Culver e (a vítima) tinham conversas profundas sobre sexo e relações sexuais", refere a queixa apresentada.

O advogado de Culver disse que as acusações eram "fabricadas" e que o rapaz era "um jovem problemático". Culver trabalhava para as escolas públicas de Trenton, New Jersey, desde setembro de 2013. Foi libertada a 10 de maio mas na condição de não se aproximar de nenhuma pessoa com menos de 18 anos.

A escola onde Culver lecionava não quis fazer nenhuma declaração sobre o assunto.