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Alemanha confirma morte de duas turistas alemãs em resort no Egito

Gleb Garanich / Reuters

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Alemanha confirmou hoje a morte de duas turistas alemãs, esfaqueadas durante um ataque no popular aldeamento turístico Hurghada, no Egito, que fez ainda mais quatro feridos estrangeiros.

"De acordo com tudo o que sabemos agora, este ato foi direcionado contra turistas estrangeiros, um ato criminoso e pérfido que nos deixa tristes, desanimados e furiosos", escreveu o MNE alemão numa nota de reação à morte das turistas alemãs.

O homicídio aconteceu na sexta-feira, quando um homem na casa dos 20 anos entrou na zona privada do hotel depois de ter nadado desde uma praia pública nas imediações, e foi preso na sequência do ataque, que feriu mais quatro pessoas.

A informação hoje divulgada pelo MNE alemão põe fim a alguma confusão sobre a nacionalidade das vítimas, que numa primeira fase se pensou serem ucranianas.

Segundo as agências de notícias internacionais, entre os quatro feridos estão ucranianos e checos, mas os relatos sobre a nacionalidade das vítimas são ainda difusos.

A polícia local acredita que o motivo mais provável do atacante era cometer um roubo, mas ainda não afastou a hipótese de se tratar de um ataque terrorista.

A polícia requisitou as imagens das câmaras de vigilância do 'resort' onde ocorreu o ataque e continua a interrogar o agressor.

Em janeiro de 2016, três turistas ficaram feridos na zona balnear de Hurghada num ataque também perpetrado com uma arma branca.

Os agressores eram alegados simpatizantes do grupo extremista Daesh.

Lusa

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