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Hoje era dia de acertar horas de sono. Tirou uma sesta?

(Arquivo)

Especialistas acreditam que a mudança da hora tem uma grande influência na nossa saúde, principalmente a nível do sono. Por isso, recomendam que no dia a seguir à mudança da hora, os trabalhadores façam uma sesta para recuperar as horas de sono perdidas. Mas será mesmo assim? E você, aproveitou e fez uma sesta ou vai ter de esperar até ao próximo ano?

Na madrugada de sábado para domingo a hora mudou com os relógios a serem adiantados. Os dias estão mais longos e o sol espreita até mais tarde. Mas, segundo alguns especialistas, esta mudança não traz só coisas boas.

Cientistas acreditam que seria benéfico para os trabalhadores, se os patrões os deixassem dormir uma sesta para compensar o que perderam com a mudança da hora. Falam em sestas de pelo menos uma hora de duração.

25% da população sofre de insónia

De acordo com a médica Nerina Ramlakhan, "a perda de uma hora de descanso é particularmente prejudicial para as pessoas que já sofrem de insónia, cerca de 25%. A mudança no fuso horário pode resultar numa desregulação temporária do organismo, o que fará com que nas primeiras noites após a alteração horária, nos piores casos, algumas pessoas acabem por dormir menos quatro horas diárias".

Segundo Dario Castro-Viejo, do Instituo Internacional de Melatonina, na maioria dos casos, "o relógio biológico central procurará adaptar-se em quatro a seis dias, a partir do qual voltaremos a funcionar adequadamente".

Privação de sono pode provocar diabetes ou depressão

"A maioria da população adulta já apresenta em geral elevados níveis de privação do sono. Estamos, ao contrário dos nossos antepassados, rodeados por inúmeras fontes de luz artificial, provenientes de ecrãs, como dos telemóveis, televisores ou computadores", diz a médica.

"Os chefes deviam considerar permitir que os trabalhadores dormissem uma pequena sesta no local de trabalho", alerta Ramlakhan. A médica diz que sesta devia ser feita entre as 14h00 e as 15h00 para não afetar o sono durante a noite.

A privação constante do sono pode provocar diabetes, depressão e outras doenças cardiovasculares

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