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Inquérito à CGD e ações da Pharol suspensas em análise

Inquérito à CGD e ações da Pharol suspensas em análise

José Gomes Ferreira esclarece a questão da comissão de inquérito à CGD e a suspensão das ações da Pharol.

  • Negociação na bolsa das ações da Pharol suspensa
    2:14

    Economia

    A decisão foi tomada pela CMVM esta manhã e estende-se também a uma linha de obrigações da PT que arrisca não ser reembolsada dentro do prazo, que termina já no próximo mês.O regulador dos mercados só vai levantar a suspensão depois de serem divulgados mais dados sobre o pedido de recuperação judicial da OI, a empresa brasileira onde a Pharol é acionista e que pediu ontem à noite proteção dos credores.

  • PSD já entregou no Parlamento pedido formal para criação de comissão de inquérito
    2:05

    Caso CGD

    O PSD já entregou no Parlamento o pedido formal para a criação de uma comissão de inquérito à Caixa onde quer averiguar a real necessidade de injectar dinheiro no banco. O Bloco de Esquerda não quis alinhar naquilo a que chama "puro jogo político", mas vai exigir ao Governo uma auditoria forense para investigar os créditos de alto risco concedidos pela Caixa desde 1996.Ao mesmo tempo, Bruxelas também está a fazer uma investigação aprofundada ao plano entregue pelo executivo.

  • Bataglia deixou passar 12 milhões pela sua conta a pedido de Salgado
    2:05

    Operação Marquês

    O presidente da Escom e arguido na Operação Marquês Helder Bataglia terá admitido que Ricardo Salgado utilizou uma conta bancária do empresário, na Suíça, para passar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates. O amigo de Sócrates e Bataglia terão combinado várias formas de não levantar suspeitas. A notícia é avançada pelo jornal Expresso na edição deste sábado.

  • Cágado tratado com implante impresso em 3D
    2:26
  • Patrões não aceitam alterações ao acordo de concertação social
    2:25

    Economia

    As confederações patronais foram esta sexta-feira ao Palácio de Belém dizer ao Presidente da República que não aceitam que o Parlamento faça alterações ao acordo de concertação social. Os patrões dizem ainda ter esperança que o Parlamento não chumbe o decreto-lei que reduz a TSU das empresas com salários mínimos.