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"Não basta exigir às pessoas que paguem taxas e taxinhas e depois o Estado não está lá quando é necessário"

"Não basta exigir às pessoas que paguem taxas e taxinhas e depois o Estado não está lá quando é necessário"

A mensagem do Presidente sobre a reinvenção da confiança do país vai além do que aconteceu nas tragédias dos incêndios, considera Bernardo Ferrão. Para o subdiretor de Informação da SIC, Marcelo fez um discurso "de forma inteligente" e ainda está por explicar o que aconteceu em Tancos.

  • "2018 tem de ser o ano da reinvenção dos portugueses na sua segurança"
    2:32

    País

    O Presidente da República diz que em 2018 as missões essenciais do Estado não podem falhar e que é preciso reinventar a confiança na segurança. Na habitual mensagem de Ano Novo, que pela primeira vez foi transmitida em direto a partir de casa do Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que o ano passado foi contraditório porque teve vários sucessos, mas também muitas tristezas.

  • As reações dos partidos à mensagem de Marcelo
    2:46

    País

    Na reação à mensagem de Ano Novo do Presidente, o PS entende que Marcelo Rebelo de Sousa reconheceu o trabalho do Governo. Já os outros partidos sublinham sobretudo o facto do estado ter falhado na resposta aos incêndios.

  • "A frase chave é 'se o ano tivesse terminado a 16 de junho'"
    4:29

    Opinião

    Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou as contradições de 2017 na sua mensagem de Ano Novo, entre as vitórias na economia e as tragédias nos incêndios. Para o diretor de informação da SIC, Ricardo Costa, ficou claro que o Presidente vai manter a exigência e a fiscalização sobre o Governo, para que o que aconteceu não se repita.

  • Marcelo 2017 vs. Marcelo 2018: do “ano da gestão a prazo“ ao ”ano da reinvenção”

    País

    Marcelo mudou muita coisa na sua segunda mensagem de Ano Novo, mas manteve o essencial na forma. Foi mais duro no balanço – “se o ano tivesse terminado a 16 de Junho…” -, mas conciliador no tom das metas traçadas para o ano que agora começa. Há um ano quis que 2017 fosse o “ano da gestão a prazo”, agora quer que 2018 seja “o ano da reinvenção” e deixa o aviso sobre as missões do Estado, que não podem falhar.

  • Polémica "Supernanny" em debate hoje na SIC
    2:25
  • Centeno aponta para a reforma e expansão do euro
    0:32

    Economia

    O ministro das Finanças português participa hoje na primeira reunião enquanto presidente do Eurogrupo. À entrada para o encontro dos ministros das Finanças da moeda única, Mário Centeno apontou a reforma do Euro como um dos principais desafios do mandato que agora inicia. 

  • Puigdemont chegou à Dinamarca e não foi detido

    Mundo

    O Ministério Público espanhol pediu ao tribunal supremo para voltar a emitir um mandado europeu de detenção contra o ex-presidente da Catalunha, Carles Puigdemont, que se deslocou à Dinamarca para participar numa conferência. O Supremo rejeitou no entanto o pedido. Entretanto na Catalunha, o presidente do parlamento propôs Puigdemont para voltar a dirigir o Governo Regional.

  • O caso Assange é "um problema" para o Equador

    Mundo

    O Presidente equatoriano, Lenin Moreno, declarou no domingo que o asilo atribuído ao fundador do WikiLeaks, Julian Assange, pela embaixada do Equador em Londres desde 2012 é "um problema herdado" que constitui "mais que um aborrecimento".