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Final do debate quinzenal marcado por novo protesto no Parlamento

O final do debate quinzenal na Assembleia da República ficou marcado por novo protesto nas galerias, depois da interrupção que já tinha acontecido no início da resposta do primeiro-ministro ao líder da bancada do PS.

MANUEL DE ALMEIDA

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, tinha acabado de responder às questões colocadas pelo líder da bancada social-democrata, quando um homem se levantou na galeria, começando a gritar.

Apesar das palavras que o homem gritava não serem percetíveis, a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, de imediato ordenou que saísse. O homem acabou por ser retirado por agentes da PSP.

Na parte inicial do debate, quando o primeiro-ministro respondia ao líder da bancada do PS, protestos de pessoas nas galerias, que exigiam a demissão de Passos Coelho, levaram à interrupção por pouco mais de um minuto os trabalhos.

Entretanto, em comunicado, a Associação de Combate à Precariedade (Precários Inflexíveis) reclamou para si a autoria do protesto, considerando ser "insustentável, num país que persegue ferozmente os seus trabalhadores mais precários, a recibos verdes, que o primeiro-ministro possa escapar incólume do facto de ter estado pelo menos cinco anos sem pagar à Segurança Social".

O debate quinzenal de hoje foi marcado pela polémica sobre a carreira contributiva do chefe do executivo da maioria PSD/CDS-PP.

Lusa
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