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Guardas prisionais realizam hoje vigílias em Lisboa

O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional promove hoje vigílias junto à Direção-Geral dos Serviços Prisionais e ao Ministério da Justiça no âmbito do protesto que culminou com uma greve parcial ao serviço. 

Esta será quarta vigília e do sexto período de greve que os guardas prisionais realizam desde março no âmbito dos protestos que estão a realizar para exigir a aplicação do estatuto profissional aprovado há mais de um ano, mas que ainda não foi aplicado. (Arquivo)

Esta será quarta vigília e do sexto período de greve que os guardas prisionais realizam desde março no âmbito dos protestos que estão a realizar para exigir a aplicação do estatuto profissional aprovado há mais de um ano, mas que ainda não foi aplicado. (Arquivo)

LUSA

Os guardas prisionais estão, desde dia 2, em greve aos turnos da noite e fins de semana, contra a "falta de resposta" do Ministério da Justiça e da Direção-Geral dos Serviços Prisionais às reivindicações laborais, incluindo o pagamento do subsídio de turno.

 

As vigílias dos guardas estão marcadas para as 09:00, na Travessa da Cruz do Torel, e as 11:00, no Terreiro do Paço.

 

A greve parcial foi convocada pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, realizando-se entre as 19:00 e as 08:00, durante a semana, e ao longo de 24 horas, aos fins de semana.   

 

Segundo o sindicato, a greve afeta as visitas aos reclusos durante os fins de semana, além das várias diligências que são feitas durante a noite. 

 

Em causa no protesto está a integração dos guardas prisionais nas novas tabelas remuneratórias, a fusão dos dois suplementos no vencimento, o pagamento do subsídio de turno, as escalas de serviço e a consideração do exercício da profissão como sendo de risco e de desgaste rápido. 

 

Segundo o presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, Jorge Alves, a inclusão nas novas tabelas remuneratórias e o pagamento do subsídio de turno estão previstos no estatuto profissional dos guardas prisionais, em vigor desde fevereiro. 

 

Dados oficiais indicam que existem mais de 14.400 reclusos nas prisões portuguesas, que têm uma taxa de sobrelotação de mais de 2.000 presos.    


Lusa

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