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Hora do Planeta apaga luz em 116 localidades portuguesas em defesa do ambiente

A Hora do Planeta atinge este ano novo recorde com 172 países e territórios a apagar as luzes de monumentos e outros edifícios contra as alterações climáticas, havendo já confirmação de 116 localidades a aderir em Portugal.

BULLIT MARQUEZ

A iniciativa da organização internacional de defesa do ambiente WWF, que ocorre no sábado e vai na 9.ª edição, pretende unir todo o mundo no apelo à mudança de comportamentos de modo a travar as alterações climáticas que afetam a biodiversidade e a vida humana.

Em Portugal, o centro das comemorações da Hora do Planeta é em Lisboa, no Martim Moniz, mas, entre as 20:30 e as 21:30, diversas ações acontecem em, pelo menos, 116 localidades de todo o país, enquanto é apagada a luz de monumentos emblemáticos como  o Castelo de S. Jorge (Lisboa), o Santuário Cristo Rei (Almada), o Palácio Nacional da Pena (Sintra), o Castelo de Abrantes, a Igreja Matriz de Alvito, o Mosteiro de Landim, a Ponte de São Roque (Chaves), o Castelo de Miranda do Douro ou o Santuário do Bom Jesus (Braga).    

O Martim Moniz recebe arte e energia humana para celebrar a Hora do Planeta, com a recriação de uma vila "eco-colorida totalmente sustentável, a "Glow Village", onde todas as ações a decorrer serão alimentadas por energia cinética e iluminadas por luz negra e tintas glow. 

Os visitantes da Glow Village poderão pedalar por energia através do mecanismo chamado "Gerador Humano", desenvolvido pelo Centro UNESCO Aldeia das Ciências, de Évora, participar em demonstrações de dança e numa aula de Zumba, além de criar murais artísticos.

Porém, com a mensagem "Usa o teu poder contra as alterações climáticas", muitos municípios, organizações e empresas criaram as suas próprias iniciativas que passam por medidas sustentáveis, ações e eventos, como caminhadas ou jantares à luz de velas, mas também por compromissos de futuro em defesa do ambiente.

Entre os embaixadores da iniciativa da WWF estão os locutores de rádio Nuno Markl e Ana Galvão, as apresentadoras de televisão Merche Romero e Maya ou o surfista Garret McNamara, que se juntam aos habituais apoiantes, os atores Sandra Cóias, Joana Seixas, Sylvie Dias, Beatriz Figueira e Quimbé.

Entre os países que prometem apagar as luzes pelo planeta estão alguns que "ocupam a linha da frente" nas questões climáticas como as Filipinas, as Maldivas ou Madagáscar e alguns "atores-chave no cenário do clima", como o Brasil, os Estados Unidos e a China, refere uma informação da WWF Portugal.

Mais de 1.200 pontos de referência mundial, como a Torre Eiffel, em Paris, ou a Ponte Golden Gate, em San Francisco, vão apagar as luzes tal como 40 exemplos de Património Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), incluindo a Acrópole de Atenas (Grécia) e o Castelo de Edimburgo (Escócia).

Desde o primeiro "apagão" simbólico em Sydney, em 2007, a Hora do Planeta transformou-se no "maior movimento popular do mundo" com o objetivo de agitar a consciência pública e de levar à ação contra as alterações climáticas tendo chegado a mais de 7.000 cidades em todo o mundo, segundo dados da WWF.

Lusa

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