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Passos encontra-se hoje com o imperador e o primeiro-ministro do Japão

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, encontra-se hoje em Tóquio com o imperador e o primeiro-ministro do Japão, num dia também dedicado aos objetivos de captação de investimento da visita.

MIGUEL A. LOPES/ LUSA

O segundo de três dias de visita oficial ao Japão é aquele que tem a agenda mais preenchida, iniciando-se às 08:00 locais (menos nove horas em Lisboa) com um pequeno-almoço de trabalho na Keudanren, a associação empresarial japonesa.

Ainda no capítulo da captação de investimento, Passos Coelho encontrar-se-á com o presidente da Jetro, a congénere japonesa da AICEP, a agência para o investimento, estando prevista a assinatura de um acordo de cooperação entre as duas entidades.

O primeiro-ministro assumiu na quinta-feira que a visita pretende explorar as potencialidades económicas do relacionamento entre os dois países, que comemorou recentemente os 470 anos de relações diplomáticas. 

"Fomos das primeiras economias da Europa a registar algumas parcerias com empresas japonesas, mas também é verdade que nas últimas dezenas de anos, em que estivemos mais voltados para os mercados europeus, acabámos por perder um bocadinho esse balanço. Acho que estamos em altura de o retomar", afirmou Pedro Passos Coelho aos jornalistas na quinta-feira.

Na primeira visita de um chefe de Governo português ao Japão nos últimos 25 anos, o primeiro-ministro português encontra-se com o imperador no Palácio Imperial de Tóquio, e é recebido pelo primeiro-ministro japonês.

O programa do segundo dia de visita inclui ainda encontros do primeiro-ministro com responsáveis da Associação Luso-Nipónica, e do grupo parlamentar de amizade Portugal-Japão.

A visita de Passos Coelho ao Japão é a reposta a um convite feito em Lisboa no ano passado pelo primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, na primeira ocasião em que um líder de executivo nipónico se deslocou a Portugal.

Acompanham o primeiro-ministro na viagem, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, o ministro da Economia, António Pires de Lima, o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva, e o secretário de Estado da Energia, Artur Trindade.


Lusa

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