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CDS-PP abre debate quinzenal com Passos Coelho

O CDS-PP abre na quarta-feira no parlamento o debate quinzenal com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, com uma intervenção sobre "recuperação e crescimento".

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Este é o primeiro debate com o Governo na Assembleia da República desde que o PS apresentou o seu cenário macroeconómico e desde que PSD e CDS-PP acordaram que concorrem coligados às eleições legislativas.

Após a abertura pelo CDS, segue-se o PSD, que indicou que falará sobre "recuperação económica e social", um tema semelhante ao dos centristas, dentro das indicações genéricas que normalmente são dadas pelos partidos. 

O PS indicou "questões económicas, sociais e políticas", o PCP "questões sociais, económicas e políticas", o BE "políticas sociais, economia, relações internacionais" e o PEV "questões económicas, sociais e ambientais".

O último debate quinzenal, no dia 17 de abril, ficou marcado pela greve dos pilotos da TAP - atualmente em curso, desde dia 1 de maio e prevista até dia 10 - e pelas condições nas urgências do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O líder parlamentar do PS, Ferro Rodrigues, responsabilizou na ocasião o Governo por situações de "pavorosa indignidade" nas urgências hospitalares, e o primeiro-ministro rejeitou as críticas, lamentando ter sido confrontado no parlamento com uma reportagem televisiva, numa referência a uma reportagem da TVI.

A porta-voz do BE, Catarina Martins, recorreu a imagens dessa reportagem, impressas em cartazes, para confrontar Passos Coelho com a situação nas urgências.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, interpelou o primeiro-ministro sobre a ausência da palavra "crescimento" do Programa de Estabilidade (PE) do Governo, acusando Passos Coelho de enganar os portugueses com medidas provisórias tornadas permanentes.

Sobre a TAP, o primeiro-ministro defendeu que a greve de dez dias dos pilotos punha "em risco a empresa" no "curto prazo", e argumentou que a alternativa à privatização da companhia é a uma "TAP em miniatura".

"É perverso que uma greve que está decretada para valer dez dias, em nome de salvar a empresa para evitar a privatização, possa pôr em risco a própria empresa. Porque põe. E põe em risco a empresa não é no futuro de médio prazo, é no curto prazo", afirmou então Pedro Passos Coelho.



Lusa

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