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Presidente da Fundação para Saúde diz que troika ignorou efeitos de políticas na área

O presidente da Fundação para a Saúde, Constantino Sakellarides, afirmou esta terça-feira, em Coimbra, que a 'troika' ignorou "por completo" os efeitos das políticas sobre a saúde.

Segundo o presidente da Fundação para a Saúde, o fator dos "efeitos na saúde" tem de entrar no momento de se aplicarem políticas, não sendo "compreensível", que esses mesmos efeitos não tenham "peso nenhum nas políticas europeias". (Arquivo)

Segundo o presidente da Fundação para a Saúde, o fator dos "efeitos na saúde" tem de entrar no momento de se aplicarem políticas, não sendo "compreensível", que esses mesmos efeitos não tenham "peso nenhum nas políticas europeias". (Arquivo)

Lusa

"Nunca pensámos que haveria uma 'troika' que ignorasse por completo" a necessidade de se perceber quais os "efeitos sobre a saúde" das medidas aplicadas em Portugal, apontou Constantino Sakellarides, que falava no debate "Proteger e promover o Capital Humano do Serviço Nacional de Saúde", na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra.

Segundo o presidente da Fundação para a Saúde, o fator dos "efeitos na saúde" tem de entrar no momento de se aplicarem políticas, não sendo "compreensível", que esses mesmos efeitos não tenham "peso nenhum nas políticas europeias".

Durante o debate, que decorreu durante a tarde de hoje, foi apresentado um documento "preparatório" do próximo congresso da fundação, que vai ter lugar no Porto, em fevereiro de 2016.

Esse mesmo documento sublinha a importância do capital humano, considerando-o o principal ativo do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Para a fundação, tem-se assistido a uma política de "menosprezo do capital humano do SNS", sublinhando a saída "contínua" de profissionais de saúde "altamente diferenciados" do SNS para o setor privado.

Tal situação, "é reveladora do enorme descontentamento que urge resolver", lê-se no documento, que destaca a redução de quase 6000 trabalhadores do Ministério da Saúde entre 2009 e 2013.
Lusa
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