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Portugal impede entrada de mais de 18 mil medicamentos ilegais

As autoridades portuguesas impediram a entrada no país de mais de 18 mil unidades de medicamentos ilegais, no valor superior a 40 mil euros, durante uma operação internacional entre 9 e 16 de junho, informou esta quinta-feira a GNR.

(Arquivo)

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© Mark Blinch / Reuters

Em comunicado, a GNR refere que, em Portugal, foram controladas 6.140 encomendas de fármacos, tendo sido apreendidas 1.051.

A apreensão das encomendas permitiu impedir a entrada em Portugal de 18.381 unidades de medicamentos ilegais, no montante estimado de 40.135 euros, adianta a nota.

Em Portugal, a operação, Pangea VIII, de combate aos medicamentos falsificados e comercializados via internet, foi realizada pela GNR, Autoridade Tributária e Aduaneira e Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.

A Pangea VIII, considerada a maior operação internacional de sempre de combate a fármacos ilícitos, envolveu 115 países e foi coordenada pela Interpol (polícia internacional) e Organização Mundial das Alfândegas.

A operação culminou com a detenção de 156 pessoas e a apreensão de um total de 20,7 milhões de unidades de medicamentos contrafeitos, potencialmente letais, no valor de 71,9 mil euros, precisa a GNR, acrescentando que foram suspensos mais de 365 anúncios de produtos farmacêuticos ilícitos, através de plataformas de redes sociais, e encerradas 2.414 páginas da internet.

Na Indonésia, foi descoberto um armazém 'fora da lei' com medicamentos sem validade e contrafeitos.

Entre os medicamentos falsificados e ilegais apreendidos figuram fármacos derivados de sangue, para infeções e para o cancro.
Lusa
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