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Ativistas colocam faixa de "vendido" na varanda do Parlamento

Ativistas colocam faixa de "vendido" na varanda do Parlamento

Um grupo de ativistas colocou esta manhã uma faixa na varanda do Parlamento com a palavra "vendido". A Assembleia da República confirma que já foi aberto um inquérito para esclarecer o que se passou.

De acordo com um vídeo colocado no site do movimento  www.eunaomevendo.pt, a faixa foi colocada hoje de manhã e visa protestar contra as privatizações efetuadas ou em curso pelo Governo.

"O governo vendeu tudo o que podia, por tuta e meia. Prepara-se para entregar a Carris e o Metro, depois de vender a TAP por 10 milhões de euros. Uma companhia com mais de 60 aviões, alguns dos quais valem mais que 200 milhões de euros, cada um", lê-se no site do movimento.

Questionada pela agência Lusa, a secretaria-geral da Assembleia da República (AR) confirmou o incidente e revela que já foi aberto um inquérito interno.

"Os Serviços de Segurança da AR, logo que tomaram conhecimento da situação, procederam à recolha da faixa e desencadearam um inquérito interno tendente a esclarecer o que se verificou", refere a resposta da secretaria-geral do parlamento.

Para os ativistas do movimento "Eu não me vendo", "tão grave quanto as negociatas, com escritórios amigos, para entregar todos os sectores estratégicos da economia, o executivo de Passos Coelho entregou a soberania nacional aos pés da chanceler alemã Merkel". 

"O Parlamento português deixou de ter autoridade sobre o Orçamento do Estado. O BCE decide a política monetária. Berlim decide o nosso Orçamento. A nossa soberania foi vendida, os nossos serviços públicos destruídos, a nossa economia serve para salvar bancos", referem os ativistas, dizendo que "gente que não se vende tem de agir".



Com Lusa
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